Na farsa de 24 janeiro se viu de tudo, menos provas pra condenar Lula.

O justiceiro Victor Laus repetiu os mesmos argumentos e a mesma lógica fascista que os facínoras da ditadura de 1964 usaram nos tribunais militares para cassar o pai dele próprio, Linésio Laus, que atuava no PTB de Jango e Brizola.

Na sessão do tribunal de exceção que condenou Lula sem provas, ele argumentou:

“Quem responde por crime tem que ter participado dele, ou seja, e para ter participado dele, alguma coisa de errado ele fez. No bom português, é disso que se trata”.

Como diz Marx, a história se repete. A primeira vez como tragédia, e a segunda como farsa.
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