Caraca mil vezes! Qual a novidade? Exatamente como se cansou de falar antes, que esta relação “dívida-resultados”, estava distorcida, exatamente por conta do ciclo de preços do petróleo.
E que por isto não fazia sentido vender tudo, de qualquer jeito e a qualquer preço –que chamavam eufemisticamente de desinvestimentos -, exatamente, quando os ativos valiam menos para reduzir as dívidas que eram grandes, em função da ampla e integrada atuação da empresa.
Assim, com a venda que segue desenfreada agora também da participação da Petrobras na maior petroquímica do país, a Braskem, a relação dívida-resultado tende a ser menor ainda do que eles fizeram previsão esvaziando e desintegrando a estatal.
O fato serve para mostrar o engodo do discurso da eficiência e de que os desvios – que deviam ser enfrentados e seus responsáveis punidos - é que destroçaram a empresa, sem querer dizer da relação que isto tinha com o ciclo do petróleo que tanto batemos aqui.
Imagine então quando o barril de petróleo chegar aos US$ 80-US$ 90 dólares. Neste esquema dos combustíveis de Parente a gasolina já estará em mais de R$ 7 o litro e o gás de cozinha a mais R$ 120.
Não é necessário recorrer a Freud, quando falam o real escondendo as manobras, para se compreender o mal que estes golpistas fizeram, fazem e querem continuar a fazer à frente da estatal e da nação.
Blog do Roberto Moraes
