
O relatório foi pela primeira vez crítico ao Brasil, já que de 2005 até 2014 era elogiado pelas medidas efetivas de combate ao trabalho escravo, o que conferia ao país nota equiparada ao Canadá, Dinamarca e Finlândia. Agora, o Brasil ocupa a 20ª posição e um dos piores entre os países do G20.
O Brasil, em 2017, voltou figurar entre os países da lista suja, quando alterou a definição de trabalho escravo. A maior e mais profunda é criticada alteração na definição de trabalho escravo foi a necessidade de coação por arma de fogo, para que seja classificado o trabalho escravo. Ou seja, só é trabalho escravo, no Brasil, quando há um capataz armado, Caso contrário, não.
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