Significa dizer que 175 pessoas morreram por dia no ano passado. Em 2016, total de homicídios chegou a 62,5 mil casos
Fabíola Perez, do R7
O número de mortes violentas no país cresceram e chegaram a 63.880 em 2017, de acordo com dados divulgados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública nesta quinta-feira (9). O número representa um avanço de 2,9% na comparação com 2016, quando 62.517 pessoas foram mortas no país.
O número de assassinatos representa uma taxa de 30,8 por 100 mil habitantes, um aumento em relação aos 30,3 por 100 mil registrados no ano de 2016.
O Rio Grande do Norte lidera a estatística de mortes violentas, com 68 assassinatos para cada 100 mil habitantes. Em seguida, aparecem o Acre (63,9/100 mil) e o Ceará (59,1 a cada 100 mil).
Por outro lado, a menor taxa de assassinatos pertence a São Paulo, onde houve 10,7 mortes para cada 100 mil habitantes em 2017. Na segunda posição vem Santa Catarina (16,5) e, em seguida, o Distrito Federal (18,2).
Os homicídios dolosos, ou seja, aqueles com a intenção de matar, totalizaram 55.900 no ano passado — um aumento de 2,9% na comparação com 2016. Já os latrocínios, que são os roubos seguidos de morte, chegaram a 2.460 em 2017 — recuo de 8,2% na comparação com 2016.
R7
Fabíola Perez, do R7
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| Número de homicídios dolosos aumentaram 2,2% Marco Ambrósio/Futura Press/Folhapress - 07.08.2018 |
O número de assassinatos representa uma taxa de 30,8 por 100 mil habitantes, um aumento em relação aos 30,3 por 100 mil registrados no ano de 2016.
O Rio Grande do Norte lidera a estatística de mortes violentas, com 68 assassinatos para cada 100 mil habitantes. Em seguida, aparecem o Acre (63,9/100 mil) e o Ceará (59,1 a cada 100 mil).
Por outro lado, a menor taxa de assassinatos pertence a São Paulo, onde houve 10,7 mortes para cada 100 mil habitantes em 2017. Na segunda posição vem Santa Catarina (16,5) e, em seguida, o Distrito Federal (18,2).
Os homicídios dolosos, ou seja, aqueles com a intenção de matar, totalizaram 55.900 no ano passado — um aumento de 2,9% na comparação com 2016. Já os latrocínios, que são os roubos seguidos de morte, chegaram a 2.460 em 2017 — recuo de 8,2% na comparação com 2016.
R7

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