
O ex-prefeito Fernando Haddad, escolhido para candidato a vice na chapa de Lula para a presidência, e a presidenta do PT, senadora Gleisi Hoffmann, visitaram o ex-presidente nesta segunda-feira (6) na superintendência da Polícia Federal em Curitiba e garantiram que o petista, preso em abril, terá sua candidatura registrada no dia 15 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
De acordo com Gleisi, mesmo com a confirmação da chapa com o PCdoB e a escolha de Haddad para vice, o PT não desistiu da participação de Lula nos debates eleitorais. “Nós não desistimos do presidente estar presente nos debates. Ele é candidato, tem direito até uma decisão final da Justiça. O que estão fazendo com ele é ilegal”, afirmou.
O PT e o PCdoB sinalizaram, após o acordo fechado neste domingo (5), que em caso de impugnação da candidatura de Lula, Haddad assumiria a cabeça de chapa e Manuela D’Ávila (PCdoB) assumiria o posto de vice.
Ainda assim, segundo Haddad, mesmo que o PT consiga na Justiça que um representante – no caso o próprio Haddad – fale por Lula nos debates, o foco é garantir o direito do próprio ex-presidente participar dos debates, sabatinas e da própria campanha em si.
“A partir do dia 15 o código eleitoral é claro, ele é candidato. E mesmo que sua candidatura for impugnada no prazo legal, a candidatura sob judice goza de todas as prerrogativas de qualquer candidatura, inclusive de participar de programas de rádio e TV”, explicou o ex-prefeito.
De acordo com Haddad, o PT apresentou no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), nesta segunda-feira (6), um recurso para que Lula possa participar do primeiro debate eleitoral, que será feito pela TV Bandeirantes nesta quinta-feira (9).
Campanha de “posicionamento”
Na mesma entrevista logo após visitar o ex-presidente, Gleisi Hoffmann afirmou que a campanha que será travada pela coligação PT / PCdoB / PROS / PCO terá a marca do “posicionamento”.
“É uma campanha de posicionamento, de lado. Não estaremos ao lado da Rede Globo, do mercado financeiro, das elites. Nosso lado é o povo”, afirmou.
Confira, abaixo, a íntegra da entrevista.
De acordo com Gleisi, mesmo com a confirmação da chapa com o PCdoB e a escolha de Haddad para vice, o PT não desistiu da participação de Lula nos debates eleitorais. “Nós não desistimos do presidente estar presente nos debates. Ele é candidato, tem direito até uma decisão final da Justiça. O que estão fazendo com ele é ilegal”, afirmou.
O PT e o PCdoB sinalizaram, após o acordo fechado neste domingo (5), que em caso de impugnação da candidatura de Lula, Haddad assumiria a cabeça de chapa e Manuela D’Ávila (PCdoB) assumiria o posto de vice.
Ainda assim, segundo Haddad, mesmo que o PT consiga na Justiça que um representante – no caso o próprio Haddad – fale por Lula nos debates, o foco é garantir o direito do próprio ex-presidente participar dos debates, sabatinas e da própria campanha em si.
“A partir do dia 15 o código eleitoral é claro, ele é candidato. E mesmo que sua candidatura for impugnada no prazo legal, a candidatura sob judice goza de todas as prerrogativas de qualquer candidatura, inclusive de participar de programas de rádio e TV”, explicou o ex-prefeito.
De acordo com Haddad, o PT apresentou no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), nesta segunda-feira (6), um recurso para que Lula possa participar do primeiro debate eleitoral, que será feito pela TV Bandeirantes nesta quinta-feira (9).
Campanha de “posicionamento”
Na mesma entrevista logo após visitar o ex-presidente, Gleisi Hoffmann afirmou que a campanha que será travada pela coligação PT / PCdoB / PROS / PCO terá a marca do “posicionamento”.
“É uma campanha de posicionamento, de lado. Não estaremos ao lado da Rede Globo, do mercado financeiro, das elites. Nosso lado é o povo”, afirmou.
Confira, abaixo, a íntegra da entrevista.
Revista Fórum
Postar um comentário
-Os comentários reproduzidos não refletem necessariamente a linha editorial do blog
-São impublicáveis acusações de carácter criminal, insultos, linguagem grosseira ou difamatória, violações da vida privada, incitações ao ódio ou à violência, ou que preconizem violações dos direitos humanos;
-São intoleráveis comentários racistas, xenófobos, sexistas, obscenos, homofóbicos, assim como comentários de tom extremista, violento ou de qualquer forma ofensivo em questões de etnia, nacionalidade, identidade, religião, filiação política ou partidária, clube, idade, género, preferências sexuais, incapacidade ou doença;
-É inaceitável conteúdo comercial, publicitário (Compre Bicicletas ZZZ), partidário ou propagandístico (Vota Partido XXX!);
-Os comentários não podem incluir moradas, endereços de e-mail ou números de telefone;
-Não são permitidos comentários repetidos, quer estes sejam escritos no mesmo artigo ou em artigos diferentes;
-Os comentários devem visar o tema do artigo em que são submetidos. Os comentários “fora de tópico” não serão publicados;