A movimentação apoiada pelo candidato ao Senado no partido da vice, Ana Amélia, na chapa tucana de Geraldo Alckmin, Luiz Carlos Henzie (PP-RS) simplesmente resolveu abandonar o barco tucano, enquanto o tucanic afunda com comandante e tudo. A ação do PP gaúcho representa o primeiro racha significativo da campanha de Alckmin que não consegue romper a barreira dos dois dígitos no âmbito nacionais. Assim, o PP gaúcho passa a apoiar o fascismo do PSL, com Bolsonaro e Mourão.

Embora o PP gaúcho tenha a vice Ana Amélia, do candidato Alckmin, sua decisão em aceitar o convite representou forte desagrado aos correligionários locais, mais afeitos e próximos do ódio defendido pela própria candidata quando a Caravana do ex-presidente Lula passou por usa região. Na época, a senadora defendeu os ataques e as chicotadas as pessoas que defendiam o ex-presidente, defendeu, inclusive, o atentado a tiros contra a Caravana petista, no estado do Paraná. Na ocasião, a senadora passou a ser chamada de Ana Relho, em alusão à defesa do uso de chicotes contra o povo.

A senadora, após aceitar a posição de vice, costurou uma aliança local que possibilitou a candidatura do ex-prefeito de Pelotas, o tucano Eduardo Leite, envolvido em um escândalo de falsificação de exames de câncer em mulheres. Parece que os tucanos do Rio Grande do Sul não estão tão prestigiados, aliás, nem no resto do Brasil, dado que Alckmin perde até no tucanistão Paulista e já vê sua coligação bater em retirada. Afinal, quando um navio afunda, os primeiros a surgirem na proa são os ratos.

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