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| O museu do golpe, por Vitor Teixeira |
Os assassinos estão no Estado Mínimo
por Pedro Augusto Pinho*
O geólogo Álvaro Penteado, no Coletivo Geólogos pela Democracia, dá o tom que deve nos incentivar à luta contra esta ideologia maléfica que toma o mundo: o neoliberalismo, o fim dos Estados Nacionais ou o Estado Mínimo:
“O meteorito Bedengó sobreviveu à viagem interplanetária que o trouxe à Terra, à passagem pela atmosfera do nosso planeta, à queda no sertão da Bahia, ao tempo em que ficou exposto aos processos de intemperismo e, agora, ao desmonte que sofre o Brasil. Um verdadeiro símbolo geológico da resistência!”
E mostra o meteorito após o incêndio, um sobrevivente.
Como sempre fez o poder em todos os tempo, o sistema financeiro internacional (a banca) que é o poder no Brasil de hoje, vai escolher um culpado, para que toda a imprensa hegemônica, oligopolista e antinacional aponte e os oportunistas e seus lacaios criminalizem.
Recorde os cristãos na Roma de Nero, também incendiário que colocou fogo na cidade para assassinar os primeiros seguidores de Jesus Cristo e compor na harpa o que a história esqueceu.
Mais recente, em 27 de fevereiro de 1933, os nazistas queimaram o Reichstag, em Berlim, para culpar os socialistas, e levar a Alemanha e o mundo aos horrores da guerra.
E uma guerra que, sob o pretexto de limpeza étnica, como muitas das guerras que os colonizadores europeus promoveram na África, na Ásia e nas Américas, buscava o enriquecimento de poucos com a morte e a miséria de muitos.
Também no mundo da destruição de patrimônio da humanidade, não podemos esquecer que os talibãs, um grupo islâmico treinado pela Agência de Inteligência Estadunidense — a tristemente célebre CIA, que tantos serviços já prestou a esta mesma elite que sempre esteve no governo do Brasil — destruíram esculturas datadas do século VII a.C.
O que se pode esperar de um Governo que congela, por 20 anos (a PEC do Fim do Mundo), as mais necessárias despesas de um estado, com a saúde, a educação, a habitação, o transporte de todo o povo para pagar os juros assassinos à banca?
Estamos no processo de escolha de candidatos ao novo governo — Executivo e Legislativo — do Brasil.
Sabemos onde a banca tem seus candidatos, nos seus partidos de sempre, aqueles que se articularam para o golpe de 2016 e os que se intitularam Novo ou Patriota ou Rede para pescar incautos.
Precisamos dar um basta, forte e consciente ao Estado Mínimo, às privatizações corruptoras e demolidoras do patrimônio e da soberania nacional.
*Avô, administrador aposentado
Viomundo

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