Da redação – Segundo o jornal inglês The Guardian, a Rússia planejou resgatar o fundador da Wikileaks, Julian Assange, refugiado na embaixada do Equador em Londres devido à perseguição política que sofre do imperialismo por ter revelado informações secretas e confidenciais sobre diversas facetas do funcionamento do imperialismo.

Diplomatas russos teriam organizado um plano secreto, conjuntamente com pessoas próximas a Assange, que o ajudariam a fugir do Reino Unido. A operação ocorreria na véspera do Natal de 2017. O plano era levar Assange para a Rússia, onde ele não pode ser extraditado para os Estados Unidos. Entretanto, o plano não foi concretizado porque era muito arriscado.

O tabloide apresenta apenas fontes anônimas. A reportagem faz parte da campanha da imprensa britânica, e da imperialista como um todo, em uma forte perseguição à Rússia, que está em grande contradição com o imperialismo. A intenção é culpar a Rússia por tudo, desde assassinato de espiões até interferência em eleições. O governo russo tem negado todas as acusações da imprensa imperialista.

Se a notícia for mesmo verdadeira, a Rússia (ao contrário do que diz a imprensa) não seria a vilã da história, uma vez que, embora agindo pelos seus interesses, ela teria tentado libertar um refugiado político perseguido pelo imperialismo. Assange está sendo extremamente pressionado para se entregar ao imperialismo e ontem (20) teve suas comunicações cortadas no prédio da embaixada do Equador, cujo governo do golpista Lenín Moreno pretende entregá-lo.


Diário Causa Operária

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