A atriz resgatou também o seu antigo apelido: “quando notei o tamanho da adesão desse país ao Bolsonaro e pensei: eu sou esse país, eu sou a namoradinha desse país”, disse


Foto: Divulgação

Por Redação



Regina Duarte afirmou, em entrevista ao Estadão, publicada nesta sexta-feira (26), que o presidenciável Jair Bolsonaro “tem uma alma democrática”, e que “quando souberam que ele ia se candidatar, começaram a editar todas as gravações e também a provocá-lo para que reagisse a seu estilo, que é brincalhão, machão”, disse.

A atriz insistiu com a tese do “humor” do candidato e disse ainda que interpreta as suas declarações consideradas homofóbicas e racistas como frutos de um homem com um “humor brincalhão típico dos anos 1950, que faz brincadeiras homofóbicas, mas que são da boca pra fora, coisas de uma cultura envelhecida, ultrapassada”.


A atriz resgatou também o seu antigo apelido para justificar o apoio a Bolsonaro: “quando notei o tamanho da adesão desse país ao Bolsonaro e pensei: eu sou esse país, eu sou a namoradinha desse país”, disse.

Regina Duarte afirmou também que se arrependeu pelo que aconteceu em 2002, quando foi muito criticada ao revelar seu temor pela primeira eleição de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência. “Eu estava completamente alienada, pois o Lula já havia ganhado”, afirma. “Não me arrependo, mas, se pudesse voltar no tempo, teria me informado melhor sobre o que estava acontecendo naquele momento. O País queria o Lula e fui dar a cara a tapa à toa.”


Leia a entrevista completa no Estadão



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