Se a fraude tivesse sido cometida pelo candidato do PT, Fernando Haddad, com certeza, o TSE saberia como resolver.




O escândalo do disparo de mensagens anti-PT nas redes financiado por empresas de forma ilegal e a disseminação em massa de fake news nas eleições está causando constrangimento no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Segundo a jornalista Mônica Bergamo, a corte não consegue responder ao fenômeno. Em meio à confusão – ainda conforme a jornalista -, magistrados acusam a presidente do TSE, Rosa Weber, de pouco jogo de cintura ao lidar com a situação e com os próprios colegas.

A coluna de Bergamo, no jornal Folha de S. Paulo destaca que “na quarta (17), Rosa fez reunião com os representantes das campanhas de Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) e convidou apenas dois ministros para o encontro: Luís Roberto Barroso e Edson Fachin, que são também, como ela, integrantes do STF (Supremo Tribunal Federal). Os outros magistrados, que integram também outros tribunais ou que representam a advocacia, foram preteridos”.

Segundo a coluna, um deles disse, sob a condição de anonimato, que “Rosa revelou preconceito e que ‘não existem castas de ministros no TSE’. O barco, se um dia afundar, diz ele, leva todos os magistrados juntos. Um outro diz que ficou perplexo com o fato de ela nem sequer convidar os magistrados responsáveis por analisar processos de propaganda eleitoral para o encontro”.

Informações obtidas em Brasil 247.


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