Revezamento organizado pelos Sem Terra mantém a mobilização pela liberdade do ex-presidente Lula, preso político há 227 dias em Curitiba
Assessor do PSDB e do DEM admite que Lula é um preso político
A Vigília Lula Livre recebeu, nesta segunda-feira (19), o reforço de 30 militantes do MST da região Oeste do Paraná. Eles chegaram pela manhã e ficarão por duas semanas em Curitiba, onde Lula está há 227 dias como preso político. “Nos organizamos e viemos, porque compreendemos esse processo de luta. Lula representa para nós um projeto de sociedade, não é simplesmente o Lula, é um projeto da classe trabalhadora”, afirma Geni Teixeira.
Geni tem um lote de terra desde 2011 no Assentamento Valmir Mota do Nascimento, em Cascavel. É a quinta vez que ela vem à Vigília, a primeira desde que a mobilização ocupa um terreno diante da Polícia Federal, aproximando os militantes do ex-presidente. “Cheguei aqui e pensei: meu Deus! Estamos na frente da Polícia Federal. Isso só a luta coletiva constrói”, diz.
O mesmo vale para o Espaço Marielle Franco, construção coletiva de um local de cultura de luta, resistência e enfrentamento. “O Marielle está lindo e também é um símbolo da coletividade e principalmente desse cuidado com o presidente Lula”, comenta Geni. Coordenado pelo MST, o espaço abriga a cozinha da Vigília e um centro de formação de militantes.
A caravana do Oeste tem agricultores de Cascavel, Matelândia, São Miguel do Oeste, Catanduvas e Lindoeste. “Quem ficou lá ajuda as tarefas de quem vem para cá. Quem vem ganha conhecimento e consciência política. Viemos com grande esperança que Lula será livre, pois não há prova para condená-lo”, afirma Geni
Lula vale a luta
A agricultora ressalta que Lula é preso político em Curitiba. “Todos estão vendo outros que cometem crimes e estão soltos. Então por que Lula está aqui? É uma prisão política. Querem Lula aqui para acabar com o projeto dos trabalhadores”, diz. “Cada dia, cada minuto que a gente está aqui lutando pela liberdade dele vale a pena”, completa.
Lula é o candidato de Geni desde o primeiro voto, em 1989. “Quem não compreende Lula acha que ele é só aquilo que a mídia coloca: alguém que foi presidente e roubou. Quem compreende Lula e sabe do projeto dele para o Brasil é que se dedica a apoiar essa Vigília”, afirma.
A campanha de desinformação dos meios de comunicação e nas redes sociais ameaça a democracia brasileira, aponta Geni. “Muitos trabalhadores no Brasil todo estão desinformados, pois só assistem às TVs golpistas. Muitas pessoas acabam pensando igual. Já quem passa por aqui nunca mais vai ser a mesma pessoa, vai construir uma visão diferente, mais solidária. Isso se espalha com o convívio das pessoas. Quem vê a realidade não vai transmitir uma ilusão”, afirma.
Por Luis Lomba, da Agência PT de Notícias, direto de Curitiba
Partido dos Trabalhadores
Joka Madruga
A Vigília Lula Livre recebeu, nesta segunda-feira (19), o reforço de 30 militantes do MST da região Oeste do Paraná. Eles chegaram pela manhã e ficarão por duas semanas em Curitiba, onde Lula está há 227 dias como preso político. “Nos organizamos e viemos, porque compreendemos esse processo de luta. Lula representa para nós um projeto de sociedade, não é simplesmente o Lula, é um projeto da classe trabalhadora”, afirma Geni Teixeira.
Geni tem um lote de terra desde 2011 no Assentamento Valmir Mota do Nascimento, em Cascavel. É a quinta vez que ela vem à Vigília, a primeira desde que a mobilização ocupa um terreno diante da Polícia Federal, aproximando os militantes do ex-presidente. “Cheguei aqui e pensei: meu Deus! Estamos na frente da Polícia Federal. Isso só a luta coletiva constrói”, diz.
O mesmo vale para o Espaço Marielle Franco, construção coletiva de um local de cultura de luta, resistência e enfrentamento. “O Marielle está lindo e também é um símbolo da coletividade e principalmente desse cuidado com o presidente Lula”, comenta Geni. Coordenado pelo MST, o espaço abriga a cozinha da Vigília e um centro de formação de militantes.
A caravana do Oeste tem agricultores de Cascavel, Matelândia, São Miguel do Oeste, Catanduvas e Lindoeste. “Quem ficou lá ajuda as tarefas de quem vem para cá. Quem vem ganha conhecimento e consciência política. Viemos com grande esperança que Lula será livre, pois não há prova para condená-lo”, afirma Geni
Lula vale a luta
A agricultora ressalta que Lula é preso político em Curitiba. “Todos estão vendo outros que cometem crimes e estão soltos. Então por que Lula está aqui? É uma prisão política. Querem Lula aqui para acabar com o projeto dos trabalhadores”, diz. “Cada dia, cada minuto que a gente está aqui lutando pela liberdade dele vale a pena”, completa.
Lula é o candidato de Geni desde o primeiro voto, em 1989. “Quem não compreende Lula acha que ele é só aquilo que a mídia coloca: alguém que foi presidente e roubou. Quem compreende Lula e sabe do projeto dele para o Brasil é que se dedica a apoiar essa Vigília”, afirma.
A campanha de desinformação dos meios de comunicação e nas redes sociais ameaça a democracia brasileira, aponta Geni. “Muitos trabalhadores no Brasil todo estão desinformados, pois só assistem às TVs golpistas. Muitas pessoas acabam pensando igual. Já quem passa por aqui nunca mais vai ser a mesma pessoa, vai construir uma visão diferente, mais solidária. Isso se espalha com o convívio das pessoas. Quem vê a realidade não vai transmitir uma ilusão”, afirma.
Por Luis Lomba, da Agência PT de Notícias, direto de Curitiba
Partido dos Trabalhadores

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