Nem bem tomou posse e o governo Bolsonaro já começa a distribuir desculpas e culpas sobre eventuais fracassos em ações junto ao Congresso; alguns integrantes da equipe econômica de Jair Bolsonaro (PSL) disseram que desentendimentos com o time do futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), estão atrasando a definição do projeto do novo governo para a reforma da Previdência
247 - Nem bem tomou posse e o governo Bolsonaro já começa a distribuir desculpas e culpas sobre eventuais fracassos em ações junto ao Congresso. Alguns integrantes da equipe econômica de Jair Bolsonaro (PSL), liderada até aqui por Paulo Guedes, disseram que desentendimentos com o time do futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), estão atrasando a definição do projeto do novo governo para a reforma da Previdência.
A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que "arestas em discussões técnicas sobre as mudanças nas aposentadorias retardaram o avanço da equipe, diz um deles. Também não há consenso sobre a melhor estratégia para ganhar celeridade no Congresso."
Segundo a matéria, "um dos obstáculos que apontam é a necessidade de incorporar sugestões dos irmãos economistas Arthur e Abraham Weintraub, que trabalham com Onyx e defendem um sistema batizado como fásico, com benefícios menores para quem se aposentar mais cedo e com pouco tempo de contribuição."
A explicação é também de ordem intelectual: "auxiliares do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, tiveram dificuldade para compreender a proposta dos irmãos, que colaboram com Bolsonaro desde a campanha eleitoral, mas aceitaram adotar alguns aspectos no projeto final."
Brasil 247
A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que "arestas em discussões técnicas sobre as mudanças nas aposentadorias retardaram o avanço da equipe, diz um deles. Também não há consenso sobre a melhor estratégia para ganhar celeridade no Congresso."
Segundo a matéria, "um dos obstáculos que apontam é a necessidade de incorporar sugestões dos irmãos economistas Arthur e Abraham Weintraub, que trabalham com Onyx e defendem um sistema batizado como fásico, com benefícios menores para quem se aposentar mais cedo e com pouco tempo de contribuição."
A explicação é também de ordem intelectual: "auxiliares do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, tiveram dificuldade para compreender a proposta dos irmãos, que colaboram com Bolsonaro desde a campanha eleitoral, mas aceitaram adotar alguns aspectos no projeto final."
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