O agora eleito deputado federal Rogério Correia foi sempre uma pedra no sapato de aliados e adversários políticos.

Divergiu de Lula quando o então presidente manteve Dimas Toledo numa das diretorias de Furnas, como parte de um acordo de bastidores com Aécio Neves.

Monitou de perto as atividades do Mineirinho, a ponto de ser falsamente acusado de ter escapado por pouco de uma tentativa de cassação na Assembleia Legislativa de Minas, baseada parcialmente em fake news disseminada pela revista Veja.

Deu guarida ao jornalista Marco Aurélio Carone, preso injustamente durante a campanha eleitoral de 2010 para sair do caminho do candidato do PSDB, Aécio Neves.

Levou adiante denúncias de um operador íntimo dos bastidores tucanos, Nilton Monteiro, às instâncias superiores.

Com persistência, Correia antecipou muitas das denúncias que só muito depois emergiram contra Aécio na mídia que sempre foi amigável, por dinheiro de propaganda, com o governador, senador e agora deputado federal tucano.

Desta vez, no entanto, Correia enfrentou outro adversátio — e no boxe.

Foi durante a diplomação dos deputados eleitos em Minas Gerais.

No meio do público, uma apoiadora do PT segurava um carta Lula Livre.

Uma senhora não identificada se aproximou, tomou o cartaz da petista e o levou para a mesa.

Rogério foi até a mesa, recolheu o cartaz e o expôs ao público.

O Cabo PM Junio Amaral (PSL-MG), eleito com apoio de Jair Bolsonaro, se revoltou e foi tirar satisfações.

Tomou um tapão na cara de Rogério, que se esquivou muito bem do revide.





Viomundo

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