De acordo com balanço divulgado na noite dessa segunda-feira, 65 corpos foram resgatados. Mas quase 300 pessoas ainda continuam desaparecidas Ricardo Stuckert
As ordens são de prisão temporária, com validade de 30 dias, e foram expedidas pela Justiça Estadual de Minas Gerais.
Os investigadores do Ministério Público e da polícia também apuram se documentos técnicos, feitos por empresas contratadas pela Vale e que atestavam a segurança da barragem que se rompeu, foram fraudados. A força-tarefa envolve a Polícia Federal, o Ministério Público Estadual e Federal e a Polícia Civil de São Paulo e Minas. Os nomes das empresas investigadas não foram informados.
De acordo com o último balanço, divulgado na noite dessa segunda-feira (28), foram localizados 65 mortos e 279 pessoas continuam desaparecidas após a tragédia provocada pelo rompimento da barragem em Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte.
Congresso em Foco

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