Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
O filho do presidente usou as redes sociais para justificar a ausência no depoimento, dizendo que “não é investigado” e “não teve acesso aos autos”
Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), como era previsto, não compareceu o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), nesta quinta-feira (10), para depor sobre o que caso que envolve seu ex-assessor Fabrício Queiroz e a movimentação financeira suspeita, segundo relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). As informações são de Carlos Brito, no G1.
Em sua página no Facebook, Flávio disse que foi notificado apenas na segunda-feira (7) e que tem todo o interesse em esclarecer o caso, apesar de não ser investigado. Por ter foro privilegiado, ele pode escolher data, horário e local.
“Como não sou investigado, ainda não tive acesso aos autos, já que fui notificado do convite do MP/RJ apenas no dia 7/Jan, às 12:19. No intuito de melhor ajudar a esclarecer os fatos, pedi agora uma cópia do mesmo para que eu tome ciência de seu inteiro teor. Ato contínuo, comprometo-me a agendar dia e horário para apresentar os esclarecimentos, devidamente fundamentados, ao MP/RJ para que não restem dúvidas sobre minha conduta. Reafirmo que não posso ser responsabilizado por atos de terceiros, como parte da grande mídia tenta, a todo custo, induzir a opinião pública”, diz a mensagem.
Solicitação
Em nota, o Ministério Público divulgou que Flávio solicitou, nesta quinta, uma cópia integral da investigação. De acordo com o órgão, o pedido foi feito em resposta ao ofício encaminhado em 21 de dezembro à presidência da Alerj pelo procurador-geral de Justiça.
Revista Fórum

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