ONG Repórter Brasil apurou ainda que nas duas primeiras semanas do novo governo, mais 12 venenos tiverem registros CC 2.0 MAXPIXEL
Ministério da Agricultura publicou decisão no dia 10 de janeiro no Diário Oficial da União. Mais 131 pedidos serão analisados por três órgãos do governo
por Redação RBA
São Paulo – Em sua coluna na Rádio Brasil Atual, o professor do departamento de Geografia e do programa de pós-graduação em Ciência Ambiental da Universidade de São Paulo (USP), Wagner Ribeiro, comentou a decisão do Ministério da Agricultura de liberar o registro de 28 agrotóxicos. De acordo com reportagem da Repórter Brasil, a pasta registrou no dia 10 de janeiro no Diário Oficial da União, uma relação de agrotóxicos e princípios ativos, todos aprovados pelo gestão de Michel Temer.
"São mais empresas que estão pedindo para comercializar o princípio ativo e isso traz muita preocupação porque, na verdade, nós estamos incutindo esse tipo de solução para a produção agrícola, quando sabemos que é possível produzir em larga escala sem usar os agrotóxicos", contesta Ribeiro.
Entre os novos aditivos registrados está o Sulfoxaflor, substância com potencial para exterminar abelhas e que por esse motivo teve o uso cancelado nos Estados Unidos. A reportagem da Repórter Brasil informa ainda que mais 131 pedidos de registro de agrotóxicos serão analisados por órgãos do novo governo que, nas suas primeiras semanas, liberou mais 12 registros para comercialização.
Rede Brasil Atual
"São mais empresas que estão pedindo para comercializar o princípio ativo e isso traz muita preocupação porque, na verdade, nós estamos incutindo esse tipo de solução para a produção agrícola, quando sabemos que é possível produzir em larga escala sem usar os agrotóxicos", contesta Ribeiro.
Entre os novos aditivos registrados está o Sulfoxaflor, substância com potencial para exterminar abelhas e que por esse motivo teve o uso cancelado nos Estados Unidos. A reportagem da Repórter Brasil informa ainda que mais 131 pedidos de registro de agrotóxicos serão analisados por órgãos do novo governo que, nas suas primeiras semanas, liberou mais 12 registros para comercialização.
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