Lula está preso desde 7 de abril de 2018 / Ricardo Stuckert
Mensagem do ex-presidente foi transmitida pelos deputados Paulo Pimenta e Gleisi Hoffmann após visita nesta quinta (28)
Brasil de Fato | Curitiba (PR)
"Tem gente que se elege para governar, tem gente que se elege para destruir". A mensagem indignada do ex-presidente Lula (PT) sobre os dois primeiros meses do governo Bolsonaro (PSL) foi transmitida pelos deputados federais Paulo Pimenta (PT) e Gleisi Hoffmann (PT) após visita à Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba (PR). Os parlamentares conversaram com a militância na Vigília Lula Livre após o encontro com Lula na tarde desta quinta-feira (28).
"[A visita] Sempre é algo inspirador", resumiu Pimenta. "O presidente Lula já está aqui há quase um ano, numa solitária. De hoje até o final do carnaval, não vai receber nenhuma visita. E ele tem uma consciência do seu papel histórico, sabe por que está aqui, sabe que é um preso político, e sabe o que significa para o povo brasileiro".
O deputado gaúcho deixou claro que a única saída é manter a mobilização contra a retirada de direitos dos trabalhadores: "O que ele pede para nós é ter capacidade de luta, de resistência, para mobilizar a sociedade sem perder de vista a nossa missão: lutar para que este país seja justo, generoso, com oportunidades para todos".
De casa em casa
Presidenta nacional do PT, Hoffmann endossou as críticas de Lula ao governo Bolsonaro. "O Lula tem clareza do papel que o PT e os movimentos populares de esquerda têm na defesa do Brasil. Ele tem uma visão clara de que o Brasil está sendo destruído. Tudo aquilo que nós construímos, desde a Constituição [de 1988], está sendo destruído", lamentou, ao citar a PEC da Previdência, a entrega do pré-sal, o desmonte da indústria nacional e o alinhamento aos Estados Unidos na política externa. "Lula diz que eles não estão acabando só com os direitos do povo, mas com a soberania nacional", acrescentou a deputada.
"Nós temos que falar com o povo, nas praças públicas, bater de casa em casa", reforçou Hoffmann. Segundo ela, falar sobre o legado de Lula é deixar claro que o Brasil só voltará a crescer com políticas públicas de inclusão e redução da desigualdade: "Lula significa um tempo de prosperidade para o povo, como não tivemos em nenhum momento da história".
Edição: Daniel Giovanaz
Brasil de Fato
"[A visita] Sempre é algo inspirador", resumiu Pimenta. "O presidente Lula já está aqui há quase um ano, numa solitária. De hoje até o final do carnaval, não vai receber nenhuma visita. E ele tem uma consciência do seu papel histórico, sabe por que está aqui, sabe que é um preso político, e sabe o que significa para o povo brasileiro".
O deputado gaúcho deixou claro que a única saída é manter a mobilização contra a retirada de direitos dos trabalhadores: "O que ele pede para nós é ter capacidade de luta, de resistência, para mobilizar a sociedade sem perder de vista a nossa missão: lutar para que este país seja justo, generoso, com oportunidades para todos".
De casa em casa
Presidenta nacional do PT, Hoffmann endossou as críticas de Lula ao governo Bolsonaro. "O Lula tem clareza do papel que o PT e os movimentos populares de esquerda têm na defesa do Brasil. Ele tem uma visão clara de que o Brasil está sendo destruído. Tudo aquilo que nós construímos, desde a Constituição [de 1988], está sendo destruído", lamentou, ao citar a PEC da Previdência, a entrega do pré-sal, o desmonte da indústria nacional e o alinhamento aos Estados Unidos na política externa. "Lula diz que eles não estão acabando só com os direitos do povo, mas com a soberania nacional", acrescentou a deputada.
"Nós temos que falar com o povo, nas praças públicas, bater de casa em casa", reforçou Hoffmann. Segundo ela, falar sobre o legado de Lula é deixar claro que o Brasil só voltará a crescer com políticas públicas de inclusão e redução da desigualdade: "Lula significa um tempo de prosperidade para o povo, como não tivemos em nenhum momento da história".
Edição: Daniel Giovanaz
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