Utilizar um app descontinuado ou que não é mais o foco em termos de recursos e avanços em segurança já é erro para usuários finais, para empresa nem se fala. Porém quando falamos de clientes corporativos entra em questão a necessidade de usar determinado software legado em situações de tarefas específicas. A Microsoft tocou nesse assunto recentemente, através do seu especialista em Windows, Chris Jackson, falando diretamente para empresas que insistem em continuar utilizando o Internet Explorer, que na real, hoje é um grande “peso” para a gigante de Redmond, que desde 2015 promoveu com o Windows 10 a transição para um app completamente novo, o Microsoft Edge.
Jackson critica essa postura de algumas empresa serem lentas ou tratar com descaso a renovação de seu apps e serviços, e que essa abordagem acaba resultando em mais gastos a longo prazo.
Outro detalhe é que o Internet Explorer continua sobrevivendo por próprias diretrizes da Microsoft, já que o Edge, por exemplo, não está disponível para versões anteriores ao Windows 10 que ainda tem uma certa popularidade, como o 7, porém isso mudará em 2019, já que será lançada uma versão do Edge baseada no motor de navegação Chromium – utilizado no Chrome e no Opera -, esse navegador poderá ser utilizado no Windows 10, que terá seu suporte estendido encerrado em 2020.
De acordo com dados da Stat Counter o Internet Explorer detém uma quota de mercado de apenas 2,9%, o Edge tem menos ainda -2,13%. O líder, de forma esmagadora, é o Google Chrome, com 61,72%.
Hardware
Jackson critica essa postura de algumas empresa serem lentas ou tratar com descaso a renovação de seu apps e serviços, e que essa abordagem acaba resultando em mais gastos a longo prazo.
“O Internet Explorer é uma solução de compatibilidade. Nós não estamos suportando novos padrões da web para ele e, enquanto muitos sites funcionam bem, a maioria dos desenvolvedores nem testam para o Internet Explorer hoje em dia. Eles fazem testes em navegadores modernos. Então, se nós continuássemos com nossa estratégia anterior, você acabaria num cenário em que, por otimizar para as coisas que você tem, você acaba não sendo capaz de usar os novos apps conforme eles são lançados. Como os novos apps estão sendo lançados cada vez mais rápido, o que nós queremos lhe ajudar a fazer é evitar ter que perder uma porção cada vez maior da internet!“.Em um dos comentários no post de Jackson, um usuário diz que essa situação não existiria se a Microsoft tivesse desenvolvido um navegador competitivo para o Windows 10, já que dizer para as pessoas não utilizar o Internet Explorer não quer dizer que elas partirão para o Microsoft Edge, o mais provável é que seja para o Chrome.
Outro detalhe é que o Internet Explorer continua sobrevivendo por próprias diretrizes da Microsoft, já que o Edge, por exemplo, não está disponível para versões anteriores ao Windows 10 que ainda tem uma certa popularidade, como o 7, porém isso mudará em 2019, já que será lançada uma versão do Edge baseada no motor de navegação Chromium – utilizado no Chrome e no Opera -, esse navegador poderá ser utilizado no Windows 10, que terá seu suporte estendido encerrado em 2020.
De acordo com dados da Stat Counter o Internet Explorer detém uma quota de mercado de apenas 2,9%, o Edge tem menos ainda -2,13%. O líder, de forma esmagadora, é o Google Chrome, com 61,72%.
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