Ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio (Foto: Gustavo Messina/MTur)
“Não viria pra cá (Portugal) assim rapidamente se não fosse para poupar a nossa vida”, disse professora aposentada que afirma estar sendo ameaçada por dois assessores de Marcelo Álvaro
Coluna da jornalista Mônica Bergamo, na edição desta terça-feira (5) da Folha de S.Paulo, informa que uma das mulheres que foi usada como candidata laranja pelo ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio (PSL/MG), para receber verbas públicas foi ameaçada por assessores e pediu asilo político em Portugal.
Segundo a reportagem, a professora aposentada Cleuzenir Barbosa disse ter sido ameaçada por dois assessores do ministro do Turismo e pediu asilo político para o SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras) de Portugal.
“Não viria pra cá [Portugal] assim rapidamente se não fosse para poupar a nossa vida”, disse Cleuzenir que, em dezembro, afirmou ao Ministério Público que foi coagida por dois assessores do atual ministro a devolver R$ 50 mil dos R$ 60 mil de verba pública de campanha que havia recebido do PSL.
O ministro disse, via assessoria, que jamais fez ou autorizou alguém a fazer pressão contra candidatos.
Revista Fórum
Segundo a reportagem, a professora aposentada Cleuzenir Barbosa disse ter sido ameaçada por dois assessores do ministro do Turismo e pediu asilo político para o SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras) de Portugal.
“Não viria pra cá [Portugal] assim rapidamente se não fosse para poupar a nossa vida”, disse Cleuzenir que, em dezembro, afirmou ao Ministério Público que foi coagida por dois assessores do atual ministro a devolver R$ 50 mil dos R$ 60 mil de verba pública de campanha que havia recebido do PSL.
O ministro disse, via assessoria, que jamais fez ou autorizou alguém a fazer pressão contra candidatos.
Revista Fórum

Postar um comentário
-Os comentários reproduzidos não refletem necessariamente a linha editorial do blog
-São impublicáveis acusações de carácter criminal, insultos, linguagem grosseira ou difamatória, violações da vida privada, incitações ao ódio ou à violência, ou que preconizem violações dos direitos humanos;
-São intoleráveis comentários racistas, xenófobos, sexistas, obscenos, homofóbicos, assim como comentários de tom extremista, violento ou de qualquer forma ofensivo em questões de etnia, nacionalidade, identidade, religião, filiação política ou partidária, clube, idade, género, preferências sexuais, incapacidade ou doença;
-É inaceitável conteúdo comercial, publicitário (Compre Bicicletas ZZZ), partidário ou propagandístico (Vota Partido XXX!);
-Os comentários não podem incluir moradas, endereços de e-mail ou números de telefone;
-Não são permitidos comentários repetidos, quer estes sejam escritos no mesmo artigo ou em artigos diferentes;
-Os comentários devem visar o tema do artigo em que são submetidos. Os comentários “fora de tópico” não serão publicados;