
Bastou menos de 24 horas após da eleição para que vazasse a ficha corrida do novo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).
O novo presidente do Senado é investigado em dois inquéritos, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), por supostos crimes na campanha de 2014 em que ele se elegeu.
De acordo com o Ministério Público Federal, Alcolumbre é investigado por “utilização de notas fiscais frias inidôneas para a prestação de contas, ausência de comprovantes bancários, contratação de serviços com data posterior à data das eleições, entre outras”.
Noutro inquérito, de 2018, o novo presidente do Senado apresentação de notas fiscais frias na prestação de contas da eleição de 2014.
A ficha corrida de Davi Alcolumbre não para por aí. Em 2013, segundo O Globo, o presidente do Senado foi investigado por supostas ligações com o doleiro Fayed Trabouli, no escândalo sobre desvios de dinheiro de fundos de pensão de prefeituras e governos estaduais.
A descoberta “incidental” do Ministério Público de seu durante a Operação Miquéias, que investigava desvio de R$ 50 milhões pelo doleiro Fayed Trabouli.
Os correligionários do senador Renan Calheiros (MDB-AL) juram de pés juntos que nada têm a ver com os vazamentos das investigações.
Blog do Esmael
O novo presidente do Senado é investigado em dois inquéritos, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), por supostos crimes na campanha de 2014 em que ele se elegeu.
De acordo com o Ministério Público Federal, Alcolumbre é investigado por “utilização de notas fiscais frias inidôneas para a prestação de contas, ausência de comprovantes bancários, contratação de serviços com data posterior à data das eleições, entre outras”.
Noutro inquérito, de 2018, o novo presidente do Senado apresentação de notas fiscais frias na prestação de contas da eleição de 2014.
A ficha corrida de Davi Alcolumbre não para por aí. Em 2013, segundo O Globo, o presidente do Senado foi investigado por supostas ligações com o doleiro Fayed Trabouli, no escândalo sobre desvios de dinheiro de fundos de pensão de prefeituras e governos estaduais.
A descoberta “incidental” do Ministério Público de seu durante a Operação Miquéias, que investigava desvio de R$ 50 milhões pelo doleiro Fayed Trabouli.
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