Villas Boas, ex-comandant do Exército, e Bolsonaro

O general Villas Boas, ex-comandante do Exército, finalmente reagiu à pancadaria da ala olavista do governo à instituição.

No Twitter, acusou o guru de Jair e das crianças de ser um “Trotsky de direita” e de “falta de princípios básicos de educação e respeito”.

Olavo, segundo Villas Boas, age no sentido de acentuar as “divergências nacionais”. Uma sapatada que demorou a vir e que pegou, feito barata, também em Carlos, o príncipe mentecapto.

Os militares nunca foram tão humilhados quanto no governo do capitão.

Odeiam o PT, chantagearam o STF no caso de Lula — mas quem os trata feito cachorro é o “bunda suja” que ajudaram a eleger.

O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Alberto dos Santos Cruz, passou cerca de uma hora na noite de domingo, 5, com Bolsonaro, diz o Globo.

O general está sendo desossado pelas milícias virtuais carlistas. O Zero 2 quer a Secom.

Santos Cruz teria dado nome aos bois, listando seus carrascos.


Tudo porque deu uma entrevista ao Estadão falando da necessidade de comedimento nas redes sociais, o que é impossível para a canalha extremista.

Bolsonaro retaliou no Twitter publicamente, sem citar seu funcionário.

“Em meu Governo a chama da democracia será mantida sem qualquer regulamentação da mídia, aí incluída as sociais. Quem achar o contrário recomendo um estágio na Coréia do Norte ou Cuba”, escreveu.

Olavo de Carvalho xingou-o de “fofoqueiro de merda”, afirmou ele, “sem seu cargo e sua farda, é um nada” etc.

As Forças Armadas riscaram o chão.

A crise foi causada pelo soldado que acreditaram estar do mesmo lado — na verdade, um pusilânime controlado pelos filhos e por um senhor desequilibrado que vive a 10 mil quilômetros de distância.




DCM

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