Renan Santos fez vídeo para denunciar as agressões sofridas (Foto: Reprodução Twitter)
O MBL (Movimento Brasil Livre) foi um dos pontos de conflito nas esvaziadas manifestações de direita deste domingo (30). Em algumas cidades, como em São Paulo e no Rio de Janeiro, seus integrantes foram hostilizados por outros grupos bolsonaristas, que os chamavam de “vendidos”, “traidores” e até de “petralhas”. Por isso, a conta do movimento no Twitter virou um verdadeiro desfile de “mimimi” contra aqueles que outrora eram seus aliados, mas que passaram a considerar que eles traíram o governo e a direita. No tuíte principal, há um vídeo onde Renan Santos, um dos líderes do movimento, faz um relato...
O MBL (Movimento Brasil Livre) foi um dos pontos de conflito nas esvaziadas manifestações de direita deste domingo (30). Em algumas cidades, como em São Paulo e no Rio de Janeiro, seus integrantes foram hostilizados por outros grupos bolsonaristas, que os chamavam de “vendidos”, “traidores” e até de “petralhas”.
Por isso, a conta do movimento no Twitter virou um verdadeiro desfile de “mimimi” contra aqueles que outrora eram seus aliados, mas que passaram a considerar que eles traíram o governo e a direita. No tuíte principal, há um vídeo onde Renan Santos, um dos líderes do movimento, faz um relato das brigas acontecidas em São Paulo e no Rio de Janeiro.
Em um momento do vídeo, Renan afirma que “o MBL nunca foi uma direita que fomentou a violência contra ninguém”. Talvez não contra outros grupos de direita, mas é bom lembrar da vez em que membros do grupo expuseram um jornalista da Carta Capital durante uma manifestação em 2015, jogando a multidão contra ele e colocando sua integridade física em risco, sob os aplausos do próprio Renan Santos:
Ricardo Almeida, um dos coordenadores do MBL em São Paulo, também reclamou na rede social e afirmou ter tentado conversar com uma pessoa que é contrária ao grupo.
Sobre a agressão sofrida no Rio, o coordenador do MBL no Estado também denunciou o caso e pediu para os seus seguidores ajudarem a “deixar o agressor famoso”.
Por isso, a conta do movimento no Twitter virou um verdadeiro desfile de “mimimi” contra aqueles que outrora eram seus aliados, mas que passaram a considerar que eles traíram o governo e a direita. No tuíte principal, há um vídeo onde Renan Santos, um dos líderes do movimento, faz um relato das brigas acontecidas em São Paulo e no Rio de Janeiro.
Treta: violência nas manifestações https://t.co/7Ns1EKVdjd via @YouTube— Mov. Brasil Livre (@MBLivre) 30 de junho de 2019
Em um momento do vídeo, Renan afirma que “o MBL nunca foi uma direita que fomentou a violência contra ninguém”. Talvez não contra outros grupos de direita, mas é bom lembrar da vez em que membros do grupo expuseram um jornalista da Carta Capital durante uma manifestação em 2015, jogando a multidão contra ele e colocando sua integridade física em risco, sob os aplausos do próprio Renan Santos:
Ricardo Almeida, um dos coordenadores do MBL em São Paulo, também reclamou na rede social e afirmou ter tentado conversar com uma pessoa que é contrária ao grupo.
Conversei com uma senhora segurando o cartaz “Fora MBL”. Ela me explicou o porque: “O MBL é a esquerdalha!” Aí expliquei o que já fizemos em prol do Brasil (defesa da reforma, impeachment, LJ, jornada patriotica). Ela ficou sem entender, perplexa. Não tinha mais o que dizer.— Ricardo Almeida (@profricardombl) 30 de junho de 2019
Sobre a agressão sofrida no Rio, o coordenador do MBL no Estado também denunciou o caso e pediu para os seus seguidores ajudarem a “deixar o agressor famoso”.
Bora deixar o agressor famoso galera…— @brunochristombl (@brunochristombl) 30 de junho de 2019
O babaca deu um soco na cara de um coordenador do MBL.@MBLivre pic.twitter.com/I4tsrqCoqh
Revista Fórum
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