Líder do PSL, Major Olímpio (dir.) é um dos maiores defensores do decreto no Senado
Jefferson Rudy/Agência Senado

O plenário do Senado vota, no final da tarde desta terça-feira (18), se derruba ou mantém o decreto do governo Bolsonaro que facilita a compra e o porte de armas para várias categorias profissionais. O destino do decreto não é definitivo porque o texto, independentemente da decisão dos senadores, ainda terá que ser analisado pela Câmara dos Deputados.

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O que os senadores votam é um Projeto de Decreto Legislativo (PDL) do senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) que propõe a anulação do decreto e foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na semana passada, por 15 votos a 9.

Para o plenário, senadores veem uma divisão marcante na questão e calculam um resultado com diferença curta de votos. Representantes de ambos os lados da discussão afirmam terem sofrido ameaças virtuais para mudarem seus votos.

O decreto vem sendo contestado por parlamentares da oposição desde que foi assinado pelo presidente, no dia 7 de maio. Vários pontos do Estatuto de Desarmamento são alterados pelo texto do governo. Entre as mudanças mais criticadas, estão a facilitação para compra e posse – direito de carregar a arma consigo – para um conjunto de profissões, entre as quais caminhoneiros, advogados, políticos eleitos e jornalistas de cobertura pol

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