A reportagem também mencionou a decisão do ministro Gilmar Mendes de suspender as investigações do caso atendendo a pedidos do filho do presidente



Foto: Geraldo Magela/ Agência Senado

O programa Fantástico, da rede Globo, exeibiu uma reportagem neste domingo (6) sobre o esquema de “rachadinhas” na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e usou como exemplo o caso de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro na época em que era deputado estadual, de 2003 a 2018.

A reportagem mencionou a decisão da última semana do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, de suspender as investigações do caso atendendo a pedidos do filho do presidente. “Flávio negou irregularidades”, comentou brevemente Tadeu Schmidt.

A determinação do ministro, no entanto, vale somente até o julgamento final, pelo STF, pautado para 21 de novembro deste ano. Gilmar lembrou da decisão do presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, que determinou a suspensão nacional de dados obtidos por órgãos administrativos de fiscalização e controle — incluindo a Receita Federal, o Coaf e o Bacen.

Outro caso explorado na reportagem foi o do deputado estadual Marco Figueiredo (Pros), acusado de desviar recursos da Alerj através das “rachadinhas”. Ele foi acusado de envolvimento em um esquema que fraudava o benefício do auxílio-educação, pago pela Alerj, para filhos de funcionários. De acordo com a matéria, a prática é comum na Casa, que usa “alunos fantasmas” para desviar recursos públicos.

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