POR FERNANDO BRITO · 10/11/2019
Sérgio Moro está cada vez mais entregue ao seu delírio promocional.
Hoje postou em seu Twitter a imagem de um outdoor promocional que um tal “Endireita Toledo”, onde aparece – ao lado de de um “enfaixado” Jair Bolsonaro – com aquela pose de machão que cruza os braços para levantar os ombros.
Apostando num pacote anticrime que, todos já viram, vai passar – se passar – totalmente diferente daquilo que propôs e numa “reforma constitucional” para fixar a prisão sem trânsito em julgado que, igual, vai esbarrar na má vontade do Congresso e, ainda, na evidente vedação constitucional que tem para se mudar cláusula pétrea e, ainda, em seguida, propor uma vergonhosa declaração de inconstitucionalidade do Código de Processo Penal.
A ofensiva publicitária – frustrada a sua pretensão, pelo TCU de fazê-la na mídia de massa e com dinheiro público – mambembe funciona mais como um sinal de decadência do que de afirmação.
As “massas moristas” puderam ser medidas ontem: remanesce algo em São Paulo e quase nada Brasil afora.
Como sabe que elas estão inseparavelmente grudadas a Bolsonaro – assim como ele ficou depois de ter virado seu ministro – também ele tem de estar, embora sua popularidade mingue junto com a dele.
A razão?
É Lauro Jardim, em O Globo, quem responde:
Portanto, uma inédita “propaganda eleitoral” para o STF.
TIJOLAÇO
Sérgio Moro está cada vez mais entregue ao seu delírio promocional.
Hoje postou em seu Twitter a imagem de um outdoor promocional que um tal “Endireita Toledo”, onde aparece – ao lado de de um “enfaixado” Jair Bolsonaro – com aquela pose de machão que cruza os braços para levantar os ombros.
Apostando num pacote anticrime que, todos já viram, vai passar – se passar – totalmente diferente daquilo que propôs e numa “reforma constitucional” para fixar a prisão sem trânsito em julgado que, igual, vai esbarrar na má vontade do Congresso e, ainda, na evidente vedação constitucional que tem para se mudar cláusula pétrea e, ainda, em seguida, propor uma vergonhosa declaração de inconstitucionalidade do Código de Processo Penal.
A ofensiva publicitária – frustrada a sua pretensão, pelo TCU de fazê-la na mídia de massa e com dinheiro público – mambembe funciona mais como um sinal de decadência do que de afirmação.
As “massas moristas” puderam ser medidas ontem: remanesce algo em São Paulo e quase nada Brasil afora.
Como sabe que elas estão inseparavelmente grudadas a Bolsonaro – assim como ele ficou depois de ter virado seu ministro – também ele tem de estar, embora sua popularidade mingue junto com a dele.
A razão?
É Lauro Jardim, em O Globo, quem responde:
Mesmo não sendo “terrivelmente evangélico”, o ministro Sergio Moro continua com um objetivo na cabeça: ser indicado para a próxima vaga do Supremo, que se abrirá dentro de um ano com a aposentadoria de Celso de Mello. Por isso, ainda precisará de muito estômago para aguentar as humilhações que Jair Bolsonaro lhe tem imposto.
Portanto, uma inédita “propaganda eleitoral” para o STF.
TIJOLAÇO

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