Com 10 cadeiras a menos do que nas eleições de abril, as duas legendas firmaram pacto, mas aliança deve buscar ainda mais 21 deputados para garantir posse de Pedro Sánchez como primeiro-ministro
Publicado por Redação RBA
12/11/2019 15:21
São Paulo – Foi fechado nesta terça-feira (12) um acordo preliminar entre o primeiro-ministro interino, Pedro Sánchez, e o secretário-geral do Unidas Podemos, Pablo Iglesias, garantindo que os dois trabalharão para um governo de coalizão “rotundamente progressista”. Ambos garantem que o pacto se destina a dar estabilidade ao Executivo por um período de quatro anos.
“Como eu disse na noite das eleições, depois de conhecer os resultados, o que em abril foi uma oportunidade histórica se tornou uma necessidade histórica . Tenho o prazer de anunciar hoje com Pedro Sánchez que chegamos a um pré-acordo para formar um governo de coalizão progressista que combina a experiência do Psoe com a coragem do Unidos Podemos”, pontuou Sánchez.
A questão da “necessidade histórica” citada pelo líder do Psoe é uma referência ao crescimento do partido de extrema-direita Vox, que se tornou a terceira força política do Legislativo, com 52 deputados, 28 a mais do que em abril.
“É uma honra trabalhar para nossos compatriotas. Pedro Sánchez sabe que pode contar com nossa lealdade. Procuraremos o apoio de outros grupos. Trabalharemos para obter a maioria parlamentar necessária para a investidura e a legislatura”, disse Iglesias.
O pré-acordo assegura 155 cadeiras no parlamento espanhol. Ainda são necessárias mais 21 para assegurar a posse de Sánchez como primeiro-ministro.
Não se sabem todos os detalhes da composição do gabinete, mas o fato é que os socialistas fizeram mais concessões do que aquelas recusadas antes, após as eleições de abril, com o atual parceiro de coligação. O Psoe perdeu três deputados em relação ao último pleito e o Podemos, sete. Entre os pontos acordados, sabe-se que o Psoe assumiu que não há veto ao nome de Iglesias como vice-presidente do governo.
Por meio do Twitter, o líder do Vox, Santiago Abascal, disse que, com o acordo fechado entre Pedro Sánchez e Pablo Iglesias, “o Psoe se abraça ao comunismo bolivariano”.
Com informações de El Diario e 20minutos
Sánchez (à esquerda) aceitou Iglesias como vice-presidente do gabinete
São Paulo – Foi fechado nesta terça-feira (12) um acordo preliminar entre o primeiro-ministro interino, Pedro Sánchez, e o secretário-geral do Unidas Podemos, Pablo Iglesias, garantindo que os dois trabalharão para um governo de coalizão “rotundamente progressista”. Ambos garantem que o pacto se destina a dar estabilidade ao Executivo por um período de quatro anos.
“Como eu disse na noite das eleições, depois de conhecer os resultados, o que em abril foi uma oportunidade histórica se tornou uma necessidade histórica . Tenho o prazer de anunciar hoje com Pedro Sánchez que chegamos a um pré-acordo para formar um governo de coalizão progressista que combina a experiência do Psoe com a coragem do Unidos Podemos”, pontuou Sánchez.
A questão da “necessidade histórica” citada pelo líder do Psoe é uma referência ao crescimento do partido de extrema-direita Vox, que se tornou a terceira força política do Legislativo, com 52 deputados, 28 a mais do que em abril.
“É uma honra trabalhar para nossos compatriotas. Pedro Sánchez sabe que pode contar com nossa lealdade. Procuraremos o apoio de outros grupos. Trabalharemos para obter a maioria parlamentar necessária para a investidura e a legislatura”, disse Iglesias.
O pré-acordo assegura 155 cadeiras no parlamento espanhol. Ainda são necessárias mais 21 para assegurar a posse de Sánchez como primeiro-ministro.
Não se sabem todos os detalhes da composição do gabinete, mas o fato é que os socialistas fizeram mais concessões do que aquelas recusadas antes, após as eleições de abril, com o atual parceiro de coligação. O Psoe perdeu três deputados em relação ao último pleito e o Podemos, sete. Entre os pontos acordados, sabe-se que o Psoe assumiu que não há veto ao nome de Iglesias como vice-presidente do governo.
Por meio do Twitter, o líder do Vox, Santiago Abascal, disse que, com o acordo fechado entre Pedro Sánchez e Pablo Iglesias, “o Psoe se abraça ao comunismo bolivariano”.
Com informações de El Diario e 20minutos

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