Em 2019, AI-5 ganhou repercussão após ser citado pelo filho de Jair, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), e pelo ministro da Economia, Paulo Guedes


Ditadura Militar no Brasil deixou lastro de sangue Memorial da Democracia

Segundo reportagem do G1, a pesquisa Datafolha publicada nesta quarta-feira (1) mostra que 65% dos entrevistados nunca ouviram falar do Ato Institucional nº 5, o AI-5 e outros 35% disseram ter ouvido falar.

Uma das principais medidas da repressão adotadas pela ditadura militar, o Ato Institucional 5 foi assinado em 1968 e é conhecido por ter sido extremamente repressivo, com consequências como o fechamento do Congresso Nacional e a retirada de direitos e garantias constitucionais dos cidadãos.

Em 2019, AI-5 ganhou repercussão após ser citado pelo filho de Jair, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), e pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Em uma entrevista recente, Eduardo afirmou que, se a esquerda “radicalizar” no Brasil, uma das respostas do governo poderá ser “via um novo AI-5”. Ele comentava manifestações que ocorriam em outros países da América Latina.

Em novembro, o ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a citar o ato repressivo. Numa entrevista em Washington (EUA), Guedes disse aos jornalistas para não se assustarem caso alguém pedisse o AI-5 diante de “quebradeira” nas ruas. Em ambas ocasiões representantes dos Poderes e da sociedade civil se manifestaram repudiando as declarações.

Da Redação da Agência PT de Notícias com informações do G1


Partido dos Trabalhadores

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