© REUTERS / Paul Hanna
Na sequência dos protestos e ataques contra a Embaixada dos EUA no Iraque, o Comando Central dos EUA reforçou a proteção da embaixada enviando 100 fuzileiros navais e vários helicópteros AH-64 Apache para patrulhar Bagdá.
Os 100 fuzileiros estadunidenses, que fazem parte das Força Aeroterrestre de Intervenção Especial do Comando Central dos EUA, chegaram do Kuwait. A sua implantação foi anteriormente aprovada pelas Forças de Segurança iraquianas, escreve o Marine Corps Times.VIDEO: AH-64 Apaches protect @USEmbBaghdad. 🚁“We have taken appropriate force protection actions to ensure the safety of American citizens...and to ensure our right of self-defense. We are sending additional forces to support our personnel at the Embassy.”~@EsperDoD 🇺🇸🇮🇶 pic.twitter.com/amABHBAOcL— OIR Spokesman Col. Myles B. Caggins III (@OIRSpox) December 31, 2019
AH-64 Apaches protegendo a Embaixada dos EUA em Bagdá. "Adotamos ações de proteção apropriadas para garantir a segurança dos cidadãos americanos, militares e diplomatas no país e garantir nosso direito de autodefesa. Estamos enviando forças adicionais para apoiar o nosso pessoal na Embaixada", disse o secretário de Defesa dos EUA, Mark Esper.
Um vídeo postado no Twitter pelo coronel Myles B. Caggins III, porta-voz da Operação militar Resolução Inerente, uma missão dos EUA destinada a combater o Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia e outros países) no Iraque e Síria, mostra dois helicópteros de ataque Apache sobrevoando o rio Tigre e disparando foguetes de sinalização, projetados para confundir os mísseis com sensores de calor, mas que têm o efeito colateral de parecer muito intimidadores.
#Marines from the @SPMAGTF_CR_CC reinforce the US Embassy in Baghdad to ensure the safety of American citizens. @OIRSpox @USMARCENT @CENTCOM pic.twitter.com/bpdiK6GRFy— SPMAGTF CR CC (@SPMAGTF_CR_CC) December 31, 2019
O destacamento de fuzileiros navais se preparando para reforçar a proteção da Embaixada dos EUA e dos cidadãos americanos em Bagdá.
Ontem, 31 de dezembro, manifestantes invadiram a entrada onde a segurança da embaixada inspeciona os visitantes, atearam fogo às instalações no exterior e arrancaram as câmaras de videovigilância, em resposta a recentes ataques aéreos estadunidenses contra milícia xiitas.
O chefe do Pentágono, Mark Esper, afirmou ontem (31) que foi autorizado o envio adicional de 750 militares norte-americanos ao Oriente Médio.
O Departamento de Estado norte-americano confirmou que o próprio edifício não chegou a ser invadido pelos manifestantes, mas houve tentativas de incendiar a embaixada.
No domingo (29), o Pentágono anunciou que havia realizado "ataques defensivos de precisão" contra cinco instalações do grupo Hezbollah na Síria e no Iraque, em retaliação pelos recentes ataques do grupo contra uma base norte-americana próxima da cidade iraquiana de Kirkuk.
Sputnik Brasil

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