
Não há possibilidade de impeachment sem o apoio das ruas
Embora motivos não faltem para o impeachment de Bolsonaro, que já pedalou à vontade, desrespeitou orçamento e feriu a dignidade do cargo inúmeras vezes, não há horizonte para seu impeachment, enquanto o povo não sair às ruas para isso.
O Congresso só se move, quando cobrado pelo povo com a faca nos dentes. Mesmo assim, nem sempre, como no caso das Diretas Já.
A sorte de Bolsonaro é que a credibilidade das instituições está lá embaixo, um dos piores Congressos da história, com evangélicos picaretas, milicianos, PMs do baixo clero e defensores de pena de morte em sua maioria. Desse caldo veio Bolsonaro, e muitos se elegeram graças a ele.
E a desgraça de Bolsonaro, que começa a ser cobrado até pela mídia corporativa, com ameaça de impeachment, é a oportunidade que o Congresso tem de pressioná-lo para aprovar suas emendas.
Quanto mais fraco Bolsonaro, maior o poder do Congresso. Daí o convite da ultradireita ao protesto do dia 15 contra os presidentes da Câmara e do Senado, contra o Congresso e em favor de uma intervenção militar, endossado criminosamente por Bolsonaro, via WhatsApp.
Portanto, não adianta contar com impeachment, pelo menos por agora. O caso é derrotar Bolsonaro pelas beiradas, como se come mingau quente.
Botar pressão no filho Flávio e suas rachadinhas com salários de seus gabinetes, ligação com milicianos e exposição de cadáver do suposto Adriano.
Eduardo pelos ataques à Constituição, por ameaça velada de bomba no Congresso.
Carlos Bolsonaro pelo mistério do morador da casa 58 e do terceiro homem do carro dos assassinos de Marielle e Anderson.
Da primeira-dama Michele, que teria de explicar os depósitos em sua conta corrente feitos por Queiroz.
Pela prisão de Queiroz e investigação aprofundada de suas relações com milícias, rachadinhas e até o assassinato de Marielle. Oferecimento de uma delação premiada a ele, em troca de diminuição de suas penas e de sua família, mulher e filhas, também envolvidas no esquema.
A morte de Adriano, o PM herói dos Bolsonaro, assassinado com todas as características de queima de arquivo na Bahia. Por que queimaram o arquivo? Chamar sua viúva para depor. O que Adriano sabia de tão grave que não podíamos saber?
O assassinato de Marielle Franco e a proximidade dos envolvidos no crime com a família Bolsonaro, no famoso caso da casa 58.
É pelas beiradas que Bolsonaro deve ser atacado, porque ele não tem estofo psicológico para aguentar pressão.
Blog do Mello
O Congresso só se move, quando cobrado pelo povo com a faca nos dentes. Mesmo assim, nem sempre, como no caso das Diretas Já.
A sorte de Bolsonaro é que a credibilidade das instituições está lá embaixo, um dos piores Congressos da história, com evangélicos picaretas, milicianos, PMs do baixo clero e defensores de pena de morte em sua maioria. Desse caldo veio Bolsonaro, e muitos se elegeram graças a ele.
E a desgraça de Bolsonaro, que começa a ser cobrado até pela mídia corporativa, com ameaça de impeachment, é a oportunidade que o Congresso tem de pressioná-lo para aprovar suas emendas.
Quanto mais fraco Bolsonaro, maior o poder do Congresso. Daí o convite da ultradireita ao protesto do dia 15 contra os presidentes da Câmara e do Senado, contra o Congresso e em favor de uma intervenção militar, endossado criminosamente por Bolsonaro, via WhatsApp.
Portanto, não adianta contar com impeachment, pelo menos por agora. O caso é derrotar Bolsonaro pelas beiradas, como se come mingau quente.
Botar pressão no filho Flávio e suas rachadinhas com salários de seus gabinetes, ligação com milicianos e exposição de cadáver do suposto Adriano.
Eduardo pelos ataques à Constituição, por ameaça velada de bomba no Congresso.
Carlos Bolsonaro pelo mistério do morador da casa 58 e do terceiro homem do carro dos assassinos de Marielle e Anderson.
Da primeira-dama Michele, que teria de explicar os depósitos em sua conta corrente feitos por Queiroz.
Pela prisão de Queiroz e investigação aprofundada de suas relações com milícias, rachadinhas e até o assassinato de Marielle. Oferecimento de uma delação premiada a ele, em troca de diminuição de suas penas e de sua família, mulher e filhas, também envolvidas no esquema.
A morte de Adriano, o PM herói dos Bolsonaro, assassinado com todas as características de queima de arquivo na Bahia. Por que queimaram o arquivo? Chamar sua viúva para depor. O que Adriano sabia de tão grave que não podíamos saber?
O assassinato de Marielle Franco e a proximidade dos envolvidos no crime com a família Bolsonaro, no famoso caso da casa 58.
É pelas beiradas que Bolsonaro deve ser atacado, porque ele não tem estofo psicológico para aguentar pressão.
Blog do Mello
Postar um comentário
-Os comentários reproduzidos não refletem necessariamente a linha editorial do blog
-São impublicáveis acusações de carácter criminal, insultos, linguagem grosseira ou difamatória, violações da vida privada, incitações ao ódio ou à violência, ou que preconizem violações dos direitos humanos;
-São intoleráveis comentários racistas, xenófobos, sexistas, obscenos, homofóbicos, assim como comentários de tom extremista, violento ou de qualquer forma ofensivo em questões de etnia, nacionalidade, identidade, religião, filiação política ou partidária, clube, idade, género, preferências sexuais, incapacidade ou doença;
-É inaceitável conteúdo comercial, publicitário (Compre Bicicletas ZZZ), partidário ou propagandístico (Vota Partido XXX!);
-Os comentários não podem incluir moradas, endereços de e-mail ou números de telefone;
-Não são permitidos comentários repetidos, quer estes sejam escritos no mesmo artigo ou em artigos diferentes;
-Os comentários devem visar o tema do artigo em que são submetidos. Os comentários “fora de tópico” não serão publicados;