"Esse esquema envolveu Carlos Zucolotto, compadre do então juiz da operação, Sérgio Moro, e o procurador que dava nome ao principal grupo de whatsapp da mesma", tuitou o deputado, referindo-se ao grupo "Filhos de Januário", revelado pela Vaza Jato


Januário Paludo (Reprodução)

Em uma sequência de tuítes publicada na manhã deste sábado (15), o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) comentou a reportagem divulgada pelo portal Uol que mostra que o procurador Januário Paludo, da Lava Jato, atuou como testemunha de defesa do Dario Messer, conhecido como “doleiro dos doleiros”, de quem também teria recebido propina para evitar que fosse denunciado na força-tarefa.

“Essa turma tem o seu mentor envolvido até o pescoço no esquema criminoso”, disse Pimenta sobre a máfia da delação na Lava Jato, que vem sendo denunciada por ele e pelo ex-deputado e ex-presidente da Ordem dos Advogados (OAB) no Rio de Janeiro, Wadih Damous.

“Esse esquema envolveu Carlos Zucolotto, compadre do então juiz da operação, Sérgio Moro, e o procurador que dava nome ao principal grupo de whatsapp da mesma”, tuitou, referindo-se ao grupo “Filhos de Januário”, revelado pela Vaza Jato, onde procuradores da força-tarefa trocavam informações e montavam conluios contra aqueles que consideram inimigos.

“Isso é sabido há mais de um ano e nada, ABSOLUTAMENTE NADA foi feito pelos órgãos de controle, apesar de dezenas de ações que protocolamos junto à PGR e ao Conselho Nacional do Ministério Público. Afinal de contas, a lei não vale para quem deveria fiscalizar a sua aplicação?”, indaga Pimenta.








Revista Fórum

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