Duas centenas de insanos, segundo a Folha, fizeram uma manifestação pró-Bolsonaro, hoje, na Avenida Paulista.

Dia do jejum pregado pelo presidente, foram à rua vomitar seu ódio pelo ser humano, exigindo a reabertura do comércio e pedindo o impeachment de João Doria, por este ter imposto medidas restritivas em São Paulo.

Compreende-se a “dor” mental da chusma chique por estar há quase 15 dias sem poder frequentar um shopping, onde granitos, vitrines e compras são o altar onde celebram sua desumana fé.

Mas eles que não cansam de repetir que “a lei é para todos” (não é, D. Moro?) deveriam se lembrar que produzir uma aglomeração em meio a uma epidemia mortal está proibida por um ato legal e esta violação, por si só, é criminosa (Art. 268 do Código Penal).

Não queremos, porém, que sejam reprimidos a cassetete, muito menos a bombas de gás nem balas de borracha, como fariam se a manifestação fosse de esquerda ou o tumulto fosse de favelados.

Não.

Bastaria um caminhão dos Bombeiros a espirrar-lhes água, água de empapar e tanta que fosse bastante para lavar a imundície de seu desprezo pela vida alheia.

Água que lhes dissolva a estupidez e faça-a escorrer pelos bueiros de onde jamais deveriam ter saído.

Água que lhes batize na humanidade e na civilização, no respeito à sacralidade da vida humana e os livre do pecado do canibalismo capitalista, onde seres humanos podem ser devorados pela fome de dinheiro.

Ou dele não conseguem fazer jejum, não podem deixar de engolir gente por uns dias sequer, na sua fé demoníaca que nem ao primeiro mandamento divino acata: expõem-se e expõe-nos, não amam ao próximo que a sim mesmo não amam, pois egolatria não é amor.

Fazê-los correr pela água, como pintos ou patos que são e que o povo brasileiro não merece pagar com a vida.

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