Operação foi autorizada por Alexandre de Moraes
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| (Redes Sociais) |
A prisão da militante ultrabolsonarista Sara Winter, do grupo "300 do Brasil" - chamado pelo Ministério Público de "milícia armada" -, integra uma operação da Polícia Federal nesta segunda-feira 15/VI que envolve mais cinco mandados de prisão, segundo a Folha de S.Paulo.
A decisão é do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito do inquérito que investiga protestos antidemocráticos.
Sara Winter foi presa na manhã desta segunda pela PF e levada para a superintendência da corporação em Brasília. Os demais nomes alvos de pedido de prisão ainda não foram divulgados.
Sobre a prisão de Sara Winter, leia reportagem do Conversa Afiada:
A militante ultrabolsonarista Sara Winter foi presa em Brasília pela Polícia Federal nesta segunda-feira 15/VI. O mandado de prisão foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Ela é uma das líderes do acampamento "300 do Brasil", que havia sido montado na Esplanada dos Ministérios mas foi desarticulado no último sábado pela Polícia Militar. No mesmo dia, os militantes tentaram invadir o Congresso Nacional, mas sem sucesso. À noite, o grupo fez um ato disparando fogos de artifício em direção ao prédio do STF.
No início do mês, Winter, que é um dos alvos do inquérito das fake news, publicou vídeos nas redes sociais ameaçando Moraes, relator do inquérito.
"Sou uma pessoa extremamente resiliente. Pena que ele mora e São Paulo. Se ele estivesse aqui, estaria convidando ele pra trocar soco comigo. Queria trocar soco com esse filho da puta, infelizmente não posso. Você me aguarde, Alexandre de Moraes. Você nunca mais vai ter paz, a gente infernizar sua vida, vamos descobrir os lugares que o senhor frequenta, a gente vai descobrir quem são as empregadas domésticas que trabalham para o senhor... Vamos descobrir tudo até o senhor pedir para sair. O senhor tomou a pior decisão da vida do senhor", disse Winter.

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