Pelo menos cinco pessoas morreram e outras 170 ficaram feridas em ataques aéreos contra um polo petroquímico no sudoeste do Irã na manhã deste sábado (4), segundo um oficial de segurança citado pela IRNA, agência de notícias estatal do Irã.
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| Enorme fumaça sobe da principal refinaria de petróleo de Teerã ao sul de Teerã, Irã, quarta-feira, 2 de junho de 2021 |
A área, conhecida como zona econômica petroquímica especial da cidade de Mahshahr, é um dos centros industriais mais importantes do Irã, responsável por uma parcela substancial da produção petroquímica do país. Ela fica próxima ao golfo Pérsico.
Ao New York Times, oficiais iranianos declararam que os ataques atingiram duas plantas de serviços, Fajr 1 e Fajr 2, responsáveis por providenciar itens básicos de funcionamento ao resto do complexo industrial, como água, energia e gás.
A estrutura não só oferecia energia ao complexo, como também à 500 mil pessoas na província de Khuzistão, informou o chefe de comunicação das Indústrias Petroquímicas do Golfo Pérsico, Hamed Shams.
Ao passo que a ofensiva aconteceu, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, comentção a ação militar.
"Depois de destruir 70% da capacidade de produção de aço deles, que eles usam como matéria-prima e para produzir meios de combate contra nós, hoje atacamos fábricas petroquímicas. Essas duas coisas são a principal fonte de renda deles para financiar a guerra de terror contra nós e contra o mundo inteiro. Continuaremos a esmagá-los, como prometi", afirmou o líder israelense.
Em 28 de fevereiro, os Estados Unidos e Israel começaram a atacar alvos no Irã, incluindo Teerã, com vítimas civis relatadas. O Irã está realizando ataques retaliatórios a território israelense, bem como a instalações militares dos EUA na região do Oriente Médio.
No primeiro dia do conflito, uma escola para meninas no sul do Irã foi atingida e o líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, foi morto.
Publicado originalmente por: Sputnik News Brasil

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