O Conselho de Governo do BCE examina possibilidade de começar a comprar a dívida italiana e evitar outra queda drástica nos mercados financeiros, similar à registrada na última semana. Na sexta-feira, as bolsas de valores de todo o mundo sofreram fortes quedas, ante às persistentes preocupações sobre a dívida nos países da zona euro e o rebaixamento da dívida dos Estados Unidos. A combinação da situação vivida na zona euro e a degradação creditícia dos Estados Unidos que provocam o temor de uma nova queda das bolsas internacionais.
La Jornada
O Banco Central Europeu (BCE) convocou uma reunião de emergência para esse domingo com o objetivo de analisar a crise da dívida nos países da zona euro e os efeitos da degradação da nota da dívida dos Estados Unidos, a fim de evitar o colapso dos mercados. Em um comunicado, o BCE anunciou que, durante o encontro, o Conselho de Governo do BCE examinará a possibilidade de começar a comprar a dívida italiana e evitar outra queda drástica nos mercados financeiros, similar à registrada na última semana.
Na sexta-feira, as bolsas de valores de todo o mundo sofreram fortes quedas, ante às persistentes preocupações sobre a dívida nos países da zona euro e o rebaixamento da dívida dos Estados Unidos. A agência classificadora de risco Standard & Poor’s rebaixou, sexta-feira, a qualificação creditícia estadunidense de “AAA” para “AA+”, um duro golpe para a maior economia do mundo, que poderia levar a pique novamente os mercados.
É precisamente a combinação da situação vivida na zona euro e a degradação creditícia dos Estados Unidos que provocam o temor de uma nova queda das bolsas internacionais. Neste domingo, a Bolsa de Valores de Israel suspendeu suas operações, depois de uma forte queda de 6% durante os primeiros movimentos do dia, um dia útil na maioria dos países do mundo árabe.
A reunião de emergência do BCE, convocada para a tarde deste domingo, soma-se a outras convocadas por vários países e organizações para tentar acalmar os mercados e tomar medidas concretas antes da abertura das bolsas de valores nesta segunda.
O incremento dos níveis da dívida, o leve crescimento e a incerteza na zona euro provocaram inquietação na Espanha e na Itália, principalmente, ante o temor de que vivam uma situação similar a da Grécia. Segundo analistas, o BCE poderia estar se preparando para reduzir a tensão e gerar certa tranquilidade nos mercados.
Tradução: Katarina Peixoto
La Jornada
O Banco Central Europeu (BCE) convocou uma reunião de emergência para esse domingo com o objetivo de analisar a crise da dívida nos países da zona euro e os efeitos da degradação da nota da dívida dos Estados Unidos, a fim de evitar o colapso dos mercados. Em um comunicado, o BCE anunciou que, durante o encontro, o Conselho de Governo do BCE examinará a possibilidade de começar a comprar a dívida italiana e evitar outra queda drástica nos mercados financeiros, similar à registrada na última semana.
Na sexta-feira, as bolsas de valores de todo o mundo sofreram fortes quedas, ante às persistentes preocupações sobre a dívida nos países da zona euro e o rebaixamento da dívida dos Estados Unidos. A agência classificadora de risco Standard & Poor’s rebaixou, sexta-feira, a qualificação creditícia estadunidense de “AAA” para “AA+”, um duro golpe para a maior economia do mundo, que poderia levar a pique novamente os mercados.
É precisamente a combinação da situação vivida na zona euro e a degradação creditícia dos Estados Unidos que provocam o temor de uma nova queda das bolsas internacionais. Neste domingo, a Bolsa de Valores de Israel suspendeu suas operações, depois de uma forte queda de 6% durante os primeiros movimentos do dia, um dia útil na maioria dos países do mundo árabe.
A reunião de emergência do BCE, convocada para a tarde deste domingo, soma-se a outras convocadas por vários países e organizações para tentar acalmar os mercados e tomar medidas concretas antes da abertura das bolsas de valores nesta segunda.
O incremento dos níveis da dívida, o leve crescimento e a incerteza na zona euro provocaram inquietação na Espanha e na Itália, principalmente, ante o temor de que vivam uma situação similar a da Grécia. Segundo analistas, o BCE poderia estar se preparando para reduzir a tensão e gerar certa tranquilidade nos mercados.
Tradução: Katarina Peixoto
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