do GIZMODO BRASIL

Alguns cientistas estão começando a acreditar que nossa Lua na verdade é o resultado de uma colisão espacial de duas luas. Eles dizem que a teoria das duas luas poderia explicar porque cada lado da Lua é tão diferente.
A teoria largamente aceita é que a Lua foi criada quando um objeto espacial do tamanho de Marte atingiu a Terra, lançando material que formaria a Lua no espaço. Isto explica convenientemente as diferenças entre a Lua e a Terra. No entanto, as diferenças entre o lado visível e o o lado escuro da Lua não podem ser explicados nesta teoria. É por isso que cientistas acreditam que uma Lua menor também existiu quando o objeto do tamanho de Marte colidiu com a Terra. A luazinha e a lua real coexistiram pacificamente, até que a lua menor foi puxada da sua órbita e colidiu com a lua maior, formando nossa Lua.
Especificamente, os cientistas dizem que a “lua secundária, com 1/3 do diâmetro da Lua, atingindo a velocidade subsônica, não forma uma cratera. O impacto produz um acúmulo acrecionário, não uma cratera.” Isto significa que a maior parte do material da lua pequena teria permanecido em um lado, enquanto a lua original ficaria do outro lado. Duas Luas, colisão lunar… nossa Lua. [Nature e Space e Ars Technica]
Alguns cientistas estão começando a acreditar que nossa Lua na verdade é o resultado de uma colisão espacial de duas luas. Eles dizem que a teoria das duas luas poderia explicar porque cada lado da Lua é tão diferente.
A teoria largamente aceita é que a Lua foi criada quando um objeto espacial do tamanho de Marte atingiu a Terra, lançando material que formaria a Lua no espaço. Isto explica convenientemente as diferenças entre a Lua e a Terra. No entanto, as diferenças entre o lado visível e o o lado escuro da Lua não podem ser explicados nesta teoria. É por isso que cientistas acreditam que uma Lua menor também existiu quando o objeto do tamanho de Marte colidiu com a Terra. A luazinha e a lua real coexistiram pacificamente, até que a lua menor foi puxada da sua órbita e colidiu com a lua maior, formando nossa Lua.
Especificamente, os cientistas dizem que a “lua secundária, com 1/3 do diâmetro da Lua, atingindo a velocidade subsônica, não forma uma cratera. O impacto produz um acúmulo acrecionário, não uma cratera.” Isto significa que a maior parte do material da lua pequena teria permanecido em um lado, enquanto a lua original ficaria do outro lado. Duas Luas, colisão lunar… nossa Lua. [Nature e Space e Ars Technica]
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