do Agência Prensa Latina
Brasília, 29 ago (Prensa Latina) A presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, convocou a dirigentes das principais centrais sindicais do país para sustentar hoje um encontro, que carece de agenda definida.
À reunião devem participar os líderes da Central Unitária de Trabalhadores (CUT), a Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), a Confederação Geral de Trabalhadores do Brasil (CGTB), Força Sindical (FS), a União Geral de Trabalhadores (UGT) e a Nova Central Sindical de Trabalhadores (UNCST).
O presidente nacional da CTB, Wagner Gomes, indicou que levarão à cita a necessidade de evitar a desindustrialização do país, para o qual -referiu- o governo dede adotar medidas a fim de conter a entrada de produtos importados que estão prejudicando a geração de empregos.
Por sua vez, o secretário geral de FS, João Carlos Gonçalves, assinalou que de acordo com os noticiários e as informações da imprensa nacional, achamos que a crise econômica internacional constitui um dos pontos principais a debater por parte do governo.
A respeito, sustentou, defenderemos os interesses sociais, pelo que nos manifestaremos na contramão de qualquer corte de benefícios aos trabalhadores, já que -sublinhou- não colaboramos para prejudicar aos operários.
De acordo com a Agência Sindical, as centrais operárias querem aproveitar o encontro com a presidenta para discutir ações que fortaleçam ainda mais a economia nacional a fim de colocar a Brasil o mais distante possível da adversa situação que afeta a Estados Unidos e Europa.
Nesse sentido, o consultor sindical João Guilherme Vargas Neto apontou que os sindicatos têm a solução para a atual conjuntura: "mais salários e menos interesses".
À reunião devem participar os líderes da Central Unitária de Trabalhadores (CUT), a Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), a Confederação Geral de Trabalhadores do Brasil (CGTB), Força Sindical (FS), a União Geral de Trabalhadores (UGT) e a Nova Central Sindical de Trabalhadores (UNCST).
O presidente nacional da CTB, Wagner Gomes, indicou que levarão à cita a necessidade de evitar a desindustrialização do país, para o qual -referiu- o governo dede adotar medidas a fim de conter a entrada de produtos importados que estão prejudicando a geração de empregos.
Por sua vez, o secretário geral de FS, João Carlos Gonçalves, assinalou que de acordo com os noticiários e as informações da imprensa nacional, achamos que a crise econômica internacional constitui um dos pontos principais a debater por parte do governo.
A respeito, sustentou, defenderemos os interesses sociais, pelo que nos manifestaremos na contramão de qualquer corte de benefícios aos trabalhadores, já que -sublinhou- não colaboramos para prejudicar aos operários.
De acordo com a Agência Sindical, as centrais operárias querem aproveitar o encontro com a presidenta para discutir ações que fortaleçam ainda mais a economia nacional a fim de colocar a Brasil o mais distante possível da adversa situação que afeta a Estados Unidos e Europa.
Nesse sentido, o consultor sindical João Guilherme Vargas Neto apontou que os sindicatos têm a solução para a atual conjuntura: "mais salários e menos interesses".
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