BLOG DO SARAIVA
O mais novo impasse nas transmissões televisivas de futebol envolve a Fox e os canais a cabo Sky, Net e Claro TV, que juntos controlam cerca de 80% deste mercado, cada vez mais em expansão.
A Fox adquiriu os direitos de transmissão da Taça Libertadores da América e decidiu, como detentora dos direitos desta competição, não repassar a nenhum canal a cabo.
Os canais Sportv, de produção da Globo, sentindo-se prejudicados por não receber, de bandeja, o repasse dos direitos, faz com que o maior grupo de comunicação do Brasil, as Organizações Globo, pressionem as maiores empresas de TV por assinatura a não contratar o canal Fox Sports para retransmissão em suas grades, investimento realizado pela Fox para justamente transmitir seu melhor produto futebolístico.
Desta forma milhões de interessados são prejudicados por não poderem assistir todos os jogos do campeonato sul americano, como anunciou a Fox Sports.
Clubes perdem importante espaço de exibição de seus patrocinadores.
Mas o essencial: as Organizações Globo reiteram seu desprezo pela livre concorrência, pela comércio justo e mostram seu espírito vingativo, punindo os torcedores.
A Globo arroga para si o direito de somente ela poder realizar transmissões esportivas no país, por se considerar a única com capacidade técnica para fazer tais atividades.
Para isso não aceitam competir, preferem negociar em um ambiente obscuro e sem qualquer condições de igualdade entre os interessados, tal como ocorreu na compra do campeonato brasileiro e, recentemente, para a aquisição da copa do mundo de 2018 e 2022 junto a FIFA.
O melhor ambiente empresarial é o da concorrência em condições iguais e sem qualquer tipo de vantagem para qualquer dos postulantes.
Sem monopólio de um produto.
Que mal há se a Fox transmitir a Libertadores sozinha na TV paga?
A Sportv transmite o brasileirão sozinha.
A ESPN transmite os principais campeonatos europeus sozinha.
A Globo manda e desmanda no brasileirão e nos estaduais, deixando migalhas para a Bandeirantes, segundo suas condições humilhantes e severamente restritivas para a emissora paulistana.
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| Na briga entre Fox Sports e Sportv (Globo), os torcedores é que saem perdendo na Libertadores |
A Fox adquiriu os direitos de transmissão da Taça Libertadores da América e decidiu, como detentora dos direitos desta competição, não repassar a nenhum canal a cabo.
Os canais Sportv, de produção da Globo, sentindo-se prejudicados por não receber, de bandeja, o repasse dos direitos, faz com que o maior grupo de comunicação do Brasil, as Organizações Globo, pressionem as maiores empresas de TV por assinatura a não contratar o canal Fox Sports para retransmissão em suas grades, investimento realizado pela Fox para justamente transmitir seu melhor produto futebolístico.
Desta forma milhões de interessados são prejudicados por não poderem assistir todos os jogos do campeonato sul americano, como anunciou a Fox Sports.
Clubes perdem importante espaço de exibição de seus patrocinadores.
Mas o essencial: as Organizações Globo reiteram seu desprezo pela livre concorrência, pela comércio justo e mostram seu espírito vingativo, punindo os torcedores.
A Globo arroga para si o direito de somente ela poder realizar transmissões esportivas no país, por se considerar a única com capacidade técnica para fazer tais atividades.
Para isso não aceitam competir, preferem negociar em um ambiente obscuro e sem qualquer condições de igualdade entre os interessados, tal como ocorreu na compra do campeonato brasileiro e, recentemente, para a aquisição da copa do mundo de 2018 e 2022 junto a FIFA.
Você já leu?
Não esperem investigações jornalísticas da Globo contra a mandatária do futebol mundial, afinal uma mão lava a outra.
O melhor ambiente empresarial é o da concorrência em condições iguais e sem qualquer tipo de vantagem para qualquer dos postulantes.
Sem monopólio de um produto.
Que mal há se a Fox transmitir a Libertadores sozinha na TV paga?
A Sportv transmite o brasileirão sozinha.
A ESPN transmite os principais campeonatos europeus sozinha.
A Globo manda e desmanda no brasileirão e nos estaduais, deixando migalhas para a Bandeirantes, segundo suas condições humilhantes e severamente restritivas para a emissora paulistana.
O ideal seria que todas pudessem transmitir todos os torneios e o espectador decidir quem assistir.
Mas se cada uma deter seus campeonatos, no mínimo teríamos outras maneiras de observar o futebol, por diversas conjunturas, opiniões e contextos.
Ganhar ou perder faz parte do negócio.
A Globo só aceita ganhar e sob suas condições, mas quando perde, age nos bastidores para minar seus concorrentes, de maneira desleal, violando posturas éticas e sadias do comércio
Este episódio escancara a necessidade de um marco regulatório urgente para a mídia, que, entre outras coisas, coíba práticas abusivas, formação de ambientes desiguais para entes do mesmo ramo de atividade e impeça que o monopólio seja lugar comum nas aquisições de produtos televisivos.
Ganhar ou perder faz parte do negócio.
A Globo só aceita ganhar e sob suas condições, mas quando perde, age nos bastidores para minar seus concorrentes, de maneira desleal, violando posturas éticas e sadias do comércio
Este episódio escancara a necessidade de um marco regulatório urgente para a mídia, que, entre outras coisas, coíba práticas abusivas, formação de ambientes desiguais para entes do mesmo ramo de atividade e impeça que o monopólio seja lugar comum nas aquisições de produtos televisivos.
Postado porPalavras Diversasàs21:27
Do Blog Palavras Diversas.

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