Terra
O livro do momento atende pelo nome de Cinquenta Tons de Cinza, mas uma publicação muito mais antiga e que fala sobre sexo é o foco das atenções neste momento, pelo menos para um grupo de colecionadores. Trata-se de um manual da vida íntima escrito pelo filósofo grego Aristóteles, que viveu no século 3 a.C. As primeiras edições do livro, no entanto, datam do século 17. Segundo o jornal The Guardian, uma edição rara, publicada em 1760, vai a leilão em Edimburgo, na Escócia, no próximo dia 16 de janeiro.
O livro foi proibido de circular em meados do século 18 e voltou a ser divulgado nos anos 1960. Era uma referência para jovens esposas e recém-casados e tratava inclusive dos riscos de se viver uma relação extraconjugal. "Era muito popular. Foi provavelmente o primeiro texto impresso do gênero e passou por várias edições. É uma leitura fascinante. E nos dá uma história fascinante sobre as mudanças sobre o sexo", contou a especialista em livros Cathy Marsden.
Entre as informações do livro encontra-se a recomendação de que mulheres deveriam desfrutar do prazer sexual em vez de apenas pensar em conceber uma criança. "É interessante porque depois que se percebeu que a mulher não necessitava atingir o clímax para engravidar, essa ideia passou a ser considerada sem importância", explica Cathy.
O livro á atribuído ao filósofo, mas sabe-se que outras pessoas alteraram o texto e o autor das informações das últimas edições é desconhecido.
O livro foi banido por cerca 200 anos por seu conteúdo erótico
Foto: Getty Images
O livro foi proibido de circular em meados do século 18 e voltou a ser divulgado nos anos 1960. Era uma referência para jovens esposas e recém-casados e tratava inclusive dos riscos de se viver uma relação extraconjugal. "Era muito popular. Foi provavelmente o primeiro texto impresso do gênero e passou por várias edições. É uma leitura fascinante. E nos dá uma história fascinante sobre as mudanças sobre o sexo", contou a especialista em livros Cathy Marsden.
Entre as informações do livro encontra-se a recomendação de que mulheres deveriam desfrutar do prazer sexual em vez de apenas pensar em conceber uma criança. "É interessante porque depois que se percebeu que a mulher não necessitava atingir o clímax para engravidar, essa ideia passou a ser considerada sem importância", explica Cathy.
O livro á atribuído ao filósofo, mas sabe-se que outras pessoas alteraram o texto e o autor das informações das últimas edições é desconhecido.
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