Pragmatismo Político
Retrato de um valente do quebra-quebra: rapaz que iniciou depredação à prefeitura de SP chora e polícia pede prisão preventiva, mas Justiça nega
A polícia deteve nesta quinta-feira Pierre Ramon Alves de Oliveira, estudante de Arquitetura que protagonizou as cenas iniciais de depredação em frente à prefeitura de São Paulo, na noite de terça-feira. Ao saber que estava sendo procurado, Ramon se entregou e foi levado para o Departamento de Investigação sobre o Crime Organizado (Deic), onde chorou durante o depoimento, enquanto contava como foi avisado de que a polícia estava no seu encalço desde a madrugada.
A polícia pediu a prisão preventiva do rapaz, mas a Justiça negou. Ao sair da delegacia, após nove horas detido, Ramon admitiu que cometeu um erro e afirmou que está disposto a arcar com as consequências de seus atos:
— Queria pedir desculpa aos integrantes do Movimento Passe Livre. Eu sei que estava errado. Quero dizer que vou arcar com os prejuízos que causei, eu vou pagar. Cada centavo. Vou trabalhar para isso. Vim aqui de cara limpa. Confessei, não me mascarei. E peço que quem nunca errou na vida que atire a primeira pedra. Eu queria pedir a todas as pessoas que cometeram atos de vandalismo que se apresentem. Quero deixar claro também que não coloquei fogo no carro da Record – disse ele.
Ramon foi o alvo dos flashes, na quarta-feira, enquanto desafiava policiais e dava pontapés numa das portas de vidro da prefeitura, que acabou quebrada.
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Rapaz 'valente' que depredou prefeitura agora chora
Retrato de um valente do quebra-quebra: rapaz que iniciou depredação à prefeitura de SP chora e polícia pede prisão preventiva, mas Justiça nega
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| Pierre Ramon, preso por atos de vandalismo, foi liberado pela justiça |
A polícia pediu a prisão preventiva do rapaz, mas a Justiça negou. Ao sair da delegacia, após nove horas detido, Ramon admitiu que cometeu um erro e afirmou que está disposto a arcar com as consequências de seus atos:
— Queria pedir desculpa aos integrantes do Movimento Passe Livre. Eu sei que estava errado. Quero dizer que vou arcar com os prejuízos que causei, eu vou pagar. Cada centavo. Vou trabalhar para isso. Vim aqui de cara limpa. Confessei, não me mascarei. E peço que quem nunca errou na vida que atire a primeira pedra. Eu queria pedir a todas as pessoas que cometeram atos de vandalismo que se apresentem. Quero deixar claro também que não coloquei fogo no carro da Record – disse ele.
Ramon foi o alvo dos flashes, na quarta-feira, enquanto desafiava policiais e dava pontapés numa das portas de vidro da prefeitura, que acabou quebrada.
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A marcha programada pra hoje aqui no RJ também tem amplos contornos de direita, com grupos estimulados via redes sociais a realizar todo tipo de manifestações radicalizadas sobre temas que não são as bandeiras de quem gostaria de ver um Brasil realmente melhor: não se fala em Lei de Meios, fim do fator previdenciário, revisão da Lei da Anistia e do julgamento equivocado do STF, revisão do julgamento do Mentirão, grana do Pré-Sal toda pra Educação (como o governo tem proposto), etc,
ResponderExcluirEm vez disso, as falsas bandeiras do fim da PEC 37, guerra à corrupção e inflação e 'roubalheira' (como no período golpista pré-64, contra Jango), demolir estádios, impedir Copa ... (agora que as reformas já foram feitas? chamasse um plebiscito antes, se fosse uma demanda verdadeira e sincera)
Quem pariu Matheus que o embale! rs
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