Hoje na História
HEMINGWAY, AUTOR DE O VELHO E O MAR, DÁ ADEUS
02 de julho de 1961
Em um dia como este, no ano de 1961, morria o consagrado escritor e jornalista norte-americano Ernest Hemingway. Aos 61 anos, enfrentando problemas de hipertensão, diabetes, depressão e perda de memória, Hemingway decidiu tirar a própria vida em Ketchum, Idaho (EUA), onde disparou um fuzil de caça contra si mesmo. Com histórico de suicídio na família (seu pai havia tirado a própria vida), todas as personagens do escritor se defrontaram com o problema da "evidência trágica" do fim, um desfecho que Hemingway decidiu dar a si mesmo.
Ao longo de sua vida, ele se destacou nos estudos na área de idiomas, mas sentia-se desmotivado pelas outras matérias. Mostrou suas aptidões literárias no diário escolar, usando o pseudônimo Ring Lardner, Jr. Ao acabar seus estudos, em 1917, não quis ir à universidade, como queria seu pai, nem se aperfeiçoou em seus estudos de violoncelo, como aspirava sua mãe. Então se transferiu para o Kansas e em outubro de 1917 começou a trabalhar como repórter no diário Kansas City Star.
Entre suas obras destacam-se: O Sol Também se Levanta (1926), Adeus às Armas (1929), Morte à Tarde (1932), As Verdes Colinas da África (1935), Ter e não Ter (1937), Por Quem os Sinos Dobram (1940), Do Outro lado do Rio, Entre as Árvores (1950) e O Velho e o Mar (1952) pelo qual recebeu o Prêmio Pulitzer em 1953.
02 de julho de 1961
Em um dia como este, no ano de 1961, morria o consagrado escritor e jornalista norte-americano Ernest Hemingway. Aos 61 anos, enfrentando problemas de hipertensão, diabetes, depressão e perda de memória, Hemingway decidiu tirar a própria vida em Ketchum, Idaho (EUA), onde disparou um fuzil de caça contra si mesmo. Com histórico de suicídio na família (seu pai havia tirado a própria vida), todas as personagens do escritor se defrontaram com o problema da "evidência trágica" do fim, um desfecho que Hemingway decidiu dar a si mesmo.
Ao longo de sua vida, ele se destacou nos estudos na área de idiomas, mas sentia-se desmotivado pelas outras matérias. Mostrou suas aptidões literárias no diário escolar, usando o pseudônimo Ring Lardner, Jr. Ao acabar seus estudos, em 1917, não quis ir à universidade, como queria seu pai, nem se aperfeiçoou em seus estudos de violoncelo, como aspirava sua mãe. Então se transferiu para o Kansas e em outubro de 1917 começou a trabalhar como repórter no diário Kansas City Star.
Entre suas obras destacam-se: O Sol Também se Levanta (1926), Adeus às Armas (1929), Morte à Tarde (1932), As Verdes Colinas da África (1935), Ter e não Ter (1937), Por Quem os Sinos Dobram (1940), Do Outro lado do Rio, Entre as Árvores (1950) e O Velho e o Mar (1952) pelo qual recebeu o Prêmio Pulitzer em 1953.

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