Depoimento emocionou Hildegard Angel, irmã do militante político, Stuart Angel, torturado e morto durante a ditadura militar.

Hilde diz ter recebido com alento o depoimento do primeiro militar que assumiu ter visto a morte do ativista nas dependências da Aeronáutica. “Foi preciso que um ex-soldado, depois de quarenta e tantos anos, abrisse a boca e quebrasse esta lei mafiosa de silêncio”, disse Hildegard.

Hilde também lembra que a prática de desaparecimentos como o de Amarildo ainda hoje existe exatamente porque existe a lei do silêncio diante da violência institucional.

Veja aqui a entrevista completa: Repórter Brasil



Maria Frô

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