Os “campeões da livra iniciativa” que viviam reclamando da falta de competição agora se arrependeram, porque as petroleiras estrangeiras, quando vierem o nosso pré-sal, vêm de mala e cuia, com seus fornecedores internacionais que, obvio, podem dar melhores preços, uma vez que trabalham em escala mundial.
Percam as esperanças, senhores.
Pode ser que sobre para vocês fazerem uns caninhos, uns parafusos, quem sabe uns gradis e escadas.
Partes de maior valor agregado? Esqueçam.
Com lei e tudo, as petroleiras não preferiram pagar R$ 570 milhões em multas para importar além do que era autorizado?
Imagina sem ela e com o raciocínio “besta” de que é melhor pagar uns dólares a menos e trazer de Singapura?
Vejam como a Folha conta a história e o “dinheirinho” que se perde aqui, em produção e empregos:
“A pressão sobre o governo aumentou
em junho, quando a Petrobras passou a defender abertamente a
flexibilização das regras após a chegada de Pedro Parente à presidência.
Em 2016, o governo recebeu os presidentes globais da Shell, Ben Van
Beurden, e da Statoil, Eldar Saetre. O setor afirma que ganharia
investimentos de US$ 250 bilhões com as mudanças.
Patos.
Tijolaço
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