Lá foi assassinada quando Alfredo Buzaid Jr., Eduardo Ribeiro Resende e Raimundo Lacerda Duque estavam no sítio. A justiça atuou com bastante preguiça nas investigações: não houve análise do sêmen das duas camisinhas encontradas ao lado do corpo de Ana Lídia, as digitais no cadáver não foram especificadas, nem as marcas dos pneus de carros no local do crime.
A própria família de Ana Lídia se mostrou passiva no decorrer das investigações. O caso foi abafado pela ditadura militar. Em 1974, o Departamento de Polícia Federal emitiu um comunicado que dizia:
“De ordem superior, fica terminantemente proibida a divulgação através dos meios de comunicação social escrito, falado, televisado, comentários, transcrição, referências e outras matérias sobre o caso Ana Lídia”.
No Claudicando
Contexto Livre

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