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Aécio Neves (PSDB), 

derrotado nas urnas em 2014 (e chamado de “Mineirim” na lista de propina da Odebrecht), foi delatado várias vezes por empreiteiros e executivos por receber propina e caixa dois ao partido, gravado em ligação pedindo 2 milhões de reais a um empresário e dizendo que mataria o próprio primo. Teve pedido de prisão solicitado pelo MP e rejeitado pelo senado federal, no qual tem grande influência. Alvo de vários inquéritos na lista de Edson Fachin, Aécio é quem tem o maior número de pedidos de investigação feitos pelo ministro STF. O político participou das manifestações que ajudaram Eduardo Cunha (PMDB) e Temer (PMDB) a derrubar a então presidenta eleita Dilma Rouseff.


Alckmin (PSDB)



O atual presidente do PSDB, Alckmin, e o atual ministro do STF indicado por Temer, Alexandre de Morais (filiado ao PSDB na época), também ajudaram nas manifestações. Alckmin (chamado de “Santo”pela Odebrecht na lista de propina) é acusado de favorecimentos de empresas no cartel de trens de SP, roubo de merenda das crianças, recebimento de propina e caixa 2 pela Lava Jato (R$ 10,7 milhões) e recentemente foi delatado por empreiteiros e executivos que alegam ter pagado propina diretamente para ele para conseguir obras em seu governo.

3) Jair Bolsonaro (sem partido)



Congressista a mais de 25 anos, o político também esteve nas manifestações. O tradicional político (que arrumou espaço para toda família no meio público) é acusado de enriquecimento ilícito e de ter empregado sua mulher e parentes dela na Câmara de Deputados.

4) Eduardo Cunha (PMDB)




Deputado foi preso logo após o impeachment e atualmente comanda boa parte das ações de Temer ainda da prisão de Curitiba por meio do político Marun (PMDB) (Ministro de Temer representante do Centrão) conhecido como braço direito de Cunha. O deputado aprovou durante sua atuação na Câmara as chamadas pautas bomba e travou o governo de Dilma no legislativo, junto aos políticos do PSDB e PMDB articulou a saída da petista na casa. Durante as manifestações “contra a corrupção” e até hoje o político foi visto como amigo da “causa” pelo MBL e Vem Pra Rua.


5) José Serra (PSDB)



Apoiado pelo movimento “Vem Para Rua” em São Paulo, José Serra, se tornaria Ministro das Relações Exteriores no governo Temer. O político tucano é acusado nas delações “por recebimento de pagamentos irregulares nas campanhas de 2004 (R$ 2 milhões), 2006 (R$ 4 milhões), 2008 (R$ 3 milhões) e 2010 (R$ 23 milhões).” O Psdbista era chamado de “Careca” na lista de propina da Odebrecht.

6) Aloísio Nunes (PSDB)


Vice de Aécio na eleição de 2014, Aloísio Nunes, que se tornaria Ministro das Relações Exteriores no governo Temer parece que também não aceitou o resultado das eleições e foi para rua. O político é acusado de “ter recebido R$ 500 mil em caixa dois na campanha para o Senado em 2010″. Ele ainda é “investigado na Lava Jato nas delações da UTC e no Trensalão dos tucanos em São Paulo.”



7) Senador Anastasia (PSDB)


O relator do impeachment no senado, Anastasia, braço direito de Aécio Neves em Minas Gerais “foi citado nas delações pelo recebimento de R$ 7,3 milhões, em 2009 e 2010, a pretexto de doação eleitoral para campanha ao governo de Minas.”

8) Rodrigo Maia (DEM)


Maia (chamado de Botafogo na lista de propina da Odebrecht) veio a se tornar presidente da Câmara dos Deputados, substituindo Eduardo Cunha, durante o governo de Michel Temer (PMDB). “Citado nas delações porque teria recebido R$ 350 mil em campanha, em 2008, sem ser candidato, e outros R$ 100 mil para garantir aprovação da Medida Provisória do Refis, o atual presidente da Câmara Rodrigo Maia, teria ainda solicitado em 2010, segundo as delações, R$ 600 mil para a campanha do pai, César Maia.” Botafogo recentemente foi citado como beneficiário de “caixa 3” pela Odebrecht.


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