O Globo






Manchete : Pezão pretende zerar o rombo e prevê tomar mais medidas amargas


Governador prepara mudanças na segurança e nas regras de aposentadoria

Ao GLOBO, sucessor de Cabral diz que quer forças policiais por mais tempo na ativa e planeja juntar UPPs com batalhões

“As pessoas saem com 48 anos, tem que ter tempo de permanência maior (na ativa)”

“Não vou minimizar a corrupção, mas ela não é a causa dos problemas do Estado do Rio”

“Vou procurar emprego, tenho que me aposentar com 65 anos de idade, tenho 62”

Às vésperas de iniciar seu último ano como governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB) diz que vai “lutar muito para reduzir a zero” o déficit fiscal do estado, que está em R$ 10 bilhões. Pezão reconheceu, em entrevista ao GLOBO, que adotará medidas amargas. Segundo ele, é necessário aumentar o tempo de permanência dos servidores na ativa, especialmente os das forças de segurança: “mais um pouco, 7, 8 anos”. O governador anunciou que a tropa de choque da PM e o Bope reforçarão o policiamento em comunidades onde o tráfico é forte, como Rocinha, Alemão e Maré, e elogiou a atuação das Forças Armadas. Ex-vice e sucessor de Sérgio Cabral, ele declarou que está muito amargurado e que a corrupção não influiu na crise. (PÁGINAS 10 e 11)


Cármen segue com Lava-Jato no recesso


Ministra autoriza inquéritos

A presidente do STF, Cármen Lúcia, autorizou a continuidade de investigações em quatro inquéritos contra autoridades, no recesso. Entre eles, há casos da Lava-Jato, que ficariam parados dois meses. A liminar que suspendeu o indulto será analisada pelo plenário do STF em fevereiro. Até lá, valem as regras antigas. (PÁGINAS 3 e 4)


Regra mais rígida para trabalho escravo


Após quase três meses de polêmica, o governo recuou e endureceu as regras de fiscalização do trabalho escravo. A decisão revoga portaria publicada em outubro, alvo de críticas no país e no exterior, que quase inviabilizava o combate à prática. (PÁGINA 19)


------------------------------------------------------------------------------------

O Estado de S. Paulo






Manchete : Congresso isenta empresas e governos perdem R$ 9 bi


Em novembro, deputados e senadores derrubaram veto do presidente Michel Temer em lei sobre incentivos fiscais

Uma falha da articulação política do governo fará com que União, Estados e municípios percam R$ 9,3 bilhões em arrecadação de tributos em 2018. Em novembro, deputados e senadores derrubaram veto do presidente Michel Temer na lei que validou incentivos fiscais estaduais concedidos a empresas por meio do ICMS. Sem alarde, o Congresso concedeu abatimento na cobrança de tributos federais sobre esses incentivos, apesar dos alertas em contrário feitos por técnicos do Ministério da Fazenda. Como consequência direta, haverá impacto na arrecadação não previsto no Orçamento e que terá de ser compensado com outras medidas, segundo fonte da área econômica. Com o objetivo de impedir perda de arrecadação, o presidente Temer havia vetado o trecho da lei que equiparava o benefício fiscal dado pelos Estados a um incentivo para investimento. Com esse tratamento diferenciado, as empresas pagam menos tributos, inclusive Imposto de Renda – que é compartilhado pela União com Estados e municípios. (ECONOMIA / PÁG. B1)

Coluna do Estadão








Postagem Anterior Próxima Postagem

ads

ads