Há alguns motivos pelos quais se deve analisar o voto em Bolsonaro, o primeiro seria o completo desconhecimento de seus princípios e do que sempre defendeu. O segundo, seria o embrutecimento e a desumanização da sociedade brasileira que trouxe consigo, não só a permissão, mas, o desejo pela tortura e pela morte de pessoas que não estão em conformidade com a maioria, iniciando, assim, uma ditadura da maioria sobre as minorias.

Nesse contexto, dentre as pessoas que desconhecem os princípios ideológicos de Jair Bolsonaro, o que seria uma parcela que não deve ser desconsiderada, a campanha de Fernando Haddad começou a mostrar o que é uma tortura e quem foi Brilhante Ustra, o único militar categorizado como torturador profissional e quais são as consequências humanas desses fatos. A campanha acerta, mesmo que tarde, em elucidar e “desmitificar” Bolsonaro. Assista.


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