A três dias das eleições, o Ministério Público Federal realizou nova ação de cunho político-eleitoral e pediu na tarde desta quinta-feira a condenação de Lula na ação penal que envolve o Instituto Lula e um apartamento em São Bernardo do Campo, que acusa ser de propriedade do ex-presidente, ao estilo do que foi feito no caso do tríplex do Guarujá; ação segue-se à decisão ilegal de Sérgio Moro de liberar na segunda a delação premiada de Antonio Palocci e ao veto às entrevistas de Lula à imprensa, na sexta-feira passada, pelo ministro Luiz Fux, do STF; às vésperas das eleições, o "Partido da Justiça" mobiliza-se abertamente contra o PT


247 - A três dias das eleições, o Ministério Público Federal realizou nova ação de cunho político-eleitoral e pediu na tarde desta quinta-feira (4) a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na ação penal que envolve o Instituto Lula e um apartamento em São Bernardo do Campo, que acusa ser de propriedade de Lula, ao estilo do que foi feito no caso do tríplex do Guarujá.

A ação segue-se à decisão ilegal de Sérgio Moro de liberar na segunda (1) a delação premiada de Antonio Palocci (aqui) e ao veto às entrevistas de Lula à imprensa, na sexta-feira passada (28), pelo ministro Luiz Fux, do STF (aqui). Às vésperas das eleições, o "Partido da Justiça" mobiliza-se abertamente contra o PT.

Além da condenação de Lula, o MPF pede que também sejam condenados o advogado Roberto Teixeira, o ex-ministro Antonio Palocci, o empresário Marcelo Odebrecht e outras quatro pessoas envolvidas.

A ação segue-se à decisão ilegal de Sérgio Moro de liberar na segunda (1) a delação premiada de Antonio Palocci (aqui) e ao veto às entrevistas de Lula à imprensa, na sexta-feira passada (28), pelo ministro Luiz Fux, do STF (aqui). Às vésperas das eleições, o "Partido da Justiça" mobiliza-se abertamente contra o PT.

Segundo a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, o MPF também pede o perdimento do apartamento 121, vizinho ao dúplex onde Lula reside em São Bernardo, além do pagamento de R$ 75 milhões, valor atribuído ao percentual da propina que supostamente teria sido paga pago pela empreiteira Odebrecht ao ex-presidente.

O MPF requer, ainda, que o cumprimento das sentenças de Lula, Palocci, Branislav Kontic, Marcelo Odebrecht, Paulo Ricardo Baqueiro de Melo, Demerval de Souza Gusmão Filho, Glauco da Costamarques e Roberto Reixeira sejam feitas inicialmente no regime fechado.


Brasil 247

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