Onda de crescimento de Bolsonaro perde fôlego e Haddad recupera crescimento, principalmente no Sul e nas faixas de renda de até dois salários mínimos.

O tracking realizado por encomenda da campanha Haddad nesta quarta-feira (3), mostra os exageros das duas últimas pesquisas divulgadas pela imprensa.

Entre os evangélicos, Bolsonaro sobe um pouco (37, 38) e Haddad desce (19, 18). Movimento interessante ocorre entre os eleitores que não são anti, nem pró petistas, os neutros: Bolsonaro cai três pontos ( 27, 24) e Haddad sobe um (15, 16). Neste segmento Ciro perde um ponto (9, 8).

Regionalmente: no Nordeste, Haddad e Bolso continuam estáveis (45 a 16) e Ciro perde um ponto de 14 para 13. No Sudeste, a queda de Ciro é um pouco maior (6 para 4) e Haddad e Bolso estabilizados em 16 H X 31 B. No Sul houve uma melhoria de Haddad que sobe de 15 para 18 e Bolsonaro fica parado nos seus 38%. No Sul ocorreu uma tendência de aumento do voto no Alckmin (3, 5 e 9).


Nos eleitores até 2 salários mínimos, Bolsonaro está parando em 19 e Haddad move de 32, para 33, enquanto nos de 2 a 5 salários mínimos, Bolsonaro (32, 34, 35) sobe e Haddad cai (22, 21, 20), aparecendo aí também o fenômeno de crescimento do Alckmin (5, 6, 8).

As indicações são de que a onda de crescimento de Bolsonaro perde fôlego, Haddad recupera e movimentos ocorrem, principalmente no Sul e nas faixas de renda de 2 a 5 salários mínimos em favor de Alckmin.

Os esforços de intensificar a campanha entre os mais pobres devem continuar e a intensificação da campanha no Sudeste e Sul podem dar bons resultados. Especial atenção deve ser dada ao segmento do evangélicos.



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