Luciano Hang foi condenado por impulsionamento no Facebook
Que ele é um cara de pau a gente já está tão careca quanto ele de saber.
Mas o empresário Luciano Hang, dono da Havan, mais conhecido como "Véio da Havan", foi além e mentiu para a Justiça, ou mandou seu advogado mentir, o que vem a dar no mesmo.
Nas investigações (a passo de cágado) do TSE a respeito dos milhões de disparos de fake news no WhatsApp que foram fundamentais para a eleição de Bolsonaro, o advogado do empresário disse que Hang nem sabe o que é impulsionamento.
"Falou que não sabe nem o que é isso de impulsionamento de zap", contou o defensor ao UOL nesta terça-feira (30), em mensagens intermediadas pela assessoria de imprensa da rede varejista.
"Jamais participamos ou enviamos qualquer coisa por zap ou qualquer outra rede. E, ao final, isto ficará provado." [Folha]
Isso não é verdade. Como é possível ver na imagem lá acima, retirada do El País, o "Véio da Havan" foi condenado pelo TSE a retirar do Facebook um vídeo com seu depoimento em favor da eleição de Bolsonaro, em agosto de 2018 (portanto na época da campanha), porque o "empresário Luciano Hang pagou para turbinar [ou seja, impulsionou] alcance de mensagem, o que é ilegal".
Portanto, Hang sabe muito bem o que é um impulsionamento e agora deve ser punido por mentir ao TSE.
Aliás, se quiser anular a eleição de Bolsonaro, basta ao TSE assistir a este vídeo no link a seguir, com Luciano Hang e um empresário amigo, em que este confessa que botou dinheiro na campanha de Bolsonaro. E o Jair sabia.
Blog do Mello

Postar um comentário
-Os comentários reproduzidos não refletem necessariamente a linha editorial do blog
-São impublicáveis acusações de carácter criminal, insultos, linguagem grosseira ou difamatória, violações da vida privada, incitações ao ódio ou à violência, ou que preconizem violações dos direitos humanos;
-São intoleráveis comentários racistas, xenófobos, sexistas, obscenos, homofóbicos, assim como comentários de tom extremista, violento ou de qualquer forma ofensivo em questões de etnia, nacionalidade, identidade, religião, filiação política ou partidária, clube, idade, género, preferências sexuais, incapacidade ou doença;
-É inaceitável conteúdo comercial, publicitário (Compre Bicicletas ZZZ), partidário ou propagandístico (Vota Partido XXX!);
-Os comentários não podem incluir moradas, endereços de e-mail ou números de telefone;
-Não são permitidos comentários repetidos, quer estes sejam escritos no mesmo artigo ou em artigos diferentes;
-Os comentários devem visar o tema do artigo em que são submetidos. Os comentários “fora de tópico” não serão publicados;