Edward Colston (1636-1721) negociou mais de 80 mil homens, mulheres e crianças como escravos
Neste domingo, 7, um ato antirracista realizado em Bristol, na Inglaterra, derrubou e jogou no rio uma estátua dedicada a Edward Colston (1636-1721), um notório traficante de escravos. O protesto faz parte das manifestações que acontecem em todo o mundo depois da morte de George Floyd.
Floyd, de 46 anos, foi asfixiado por um policial branco durante uma abordagem no dia 25 de maio. As imagens do homem negro sendo sufocado, em Minneapolis, nos Estados Unidos, geraram indignação em diversos países.
A homenagem a Colston foi erguida em 1895. No século 17, ele negociou mais de 80 mil negros e carrega, ao menos, 19 mil mortes. Antes dos protestos, já havia petições com milhares de assinaturas para a derrubada do monumento.
O assassinato do norte-americano George Floyd provocou reações em todo o mundo. Mesmo afirmando que não conseguia respirar, ele foi sufocado até a morte durante uma abordagem policial. O episódio expôs a crueldade do racismo nos Estados Unidos.
Apenas em 2019, segundo levantamento feito pelo Washington Post, 1014 pessoas foram assassinadas a tiros por policiais no país. Negros estão entre a grande maioria dos mortos. Um estudo realizado pela ONG Mapping Police Violence alerta que, nos EUA, negros têm três vezes mais chances de morrerem nas mãos da polícia.
Em apenas oito anos, ao menos 12 casos de assassinato motivados por violência policial contra negros tiveram repercussão mundial.
Catraca Livre
A homenagem a Colston foi erguida em 1895. No século 17, ele negociou mais de 80 mil negros e carrega, ao menos, 19 mil mortes. Antes dos protestos, já havia petições com milhares de assinaturas para a derrubada do monumento.
O assassinato do norte-americano George Floyd provocou reações em todo o mundo. Mesmo afirmando que não conseguia respirar, ele foi sufocado até a morte durante uma abordagem policial. O episódio expôs a crueldade do racismo nos Estados Unidos.
Apenas em 2019, segundo levantamento feito pelo Washington Post, 1014 pessoas foram assassinadas a tiros por policiais no país. Negros estão entre a grande maioria dos mortos. Um estudo realizado pela ONG Mapping Police Violence alerta que, nos EUA, negros têm três vezes mais chances de morrerem nas mãos da polícia.
Em apenas oito anos, ao menos 12 casos de assassinato motivados por violência policial contra negros tiveram repercussão mundial.
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